Presidente da Telebras, Antonio Loss, acompanha o Ministro Gilberto Kassab em agenda de compromissos na Espanha com visita a empresa de tecnologia

23 de fevereiro de 2017

Gilberto Kassab conheceu iniciativas de Internet das Coisas e de cidades inteligentes da empresa Indra. Titular do MCTIC cumpre agenda oficial no país europeu até a próxima quarta-feira (1º).

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, visitou nesta quarta-feira (22), em Madri, a empresa Indra, onde conheceu as iniciativas desenvolvidas nas áreas de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e cidades inteligentes. Primeiro compromisso da agenda que se estende até 1º de março na Espanha, a comitiva foi recebida pelos vice-presidente executivo para Espanha e América da Indra, José Cabello; o diretor de Estratégia e Inovação da companhia, Manuel Ausaverri; o diretor-geral da Indra no Brasil, Jorge Arduh; e o diretor global de Relações Institucionais da empresa, Iñigo de Palacio.

Além do presidente da Telebras, Antonio Loss, também acompanharam a agenda do Ministro, o secretário de Telecomunicações, André Borges e o embaixador do Brasil na Espanha, Antonio José Ferreira Simões.

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações trabalha na construção do Plano Nacional de Internet das Coisas, cujas diretrizes devem ser lançadas ainda na viagem à Espanha. O documento vai nortear ações e políticas públicas em IoT até 2022.

Na área de cidades inteligentes, a pasta apoia municípios na implantação de redes de fibra óptica e de soluções tecnológicas voltadas à otimização da gestão dos espaços urbanos por meio do programa Minha Cidade Inteligente. A iniciativa permite ainda a geração de dados que podem originar aplicações inovadoras e permite o amplo acesso às informações.

Agenda

Gilberto Kassab cumpre agenda na Espanha até a próxima quarta-feira (1º). Lá, ele tem uma série de reuniões bilaterais com representantes de governos europeus e da América Latina, além de encontros com executivos de companhias globais de telecomunicações. A partir de segunda-feira (27), ele participa do Mobile World Congress 2017, evento mundial que acontece em Barcelona.

Com informações do MCTIC

Fostos Ascom MCTIC

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Comitiva visitou as dependências da multinacional Indra

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Telebras apresenta plano de venda da banda Ka do Satélite Geoestacionário a empresas de telecom

Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação Estratégicas terá 70% da sua capacidade voltada para ampliar a oferta de internet de alta velocidade no país por meio da banda Ka. De acordo com a Telebras,plano de vendas vai permitir parcerias com operadoras de telecomunicações que vão trazer equipamentos e tecnologias modernas para ampliar a oferta de banda larga.

Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas será lançado em março da Guiana. Crédito: Telebras

A Telebras apresentou nesta quinta-feira (23), durante audiência pública com representantes de empresas do setor de telecomunicações, o modelo do plano de venda de capacidade em banda Ka do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O equipamento, que deve ser lançado no dia 21 de março, terá 70% da sua capacidade voltada para ampliar a oferta de internet banda larga no país. Os 30% restantes são destinados às comunicações estratégicas das Forças Armadas brasileiras.

De acordo com o presidente da Comissão Especial de Comercialização do SGDC, Bruno Henriques, a negociação da capacidade do satélite será dividida em quatro lotes principais, que terão 100% de cobertura em todo o território nacional. Um lote será exclusivo da Telebras. Outros três serão comercializados com empresas que atuam nos regimes de concessão, permissão e autorização de serviços de telecomunicações. O lote 1 será um pouco maior, e a empresa vencedora terá oferecer contrapartidas para a Telebras.

Contribuições ao modelo de plano de negócios apresentado poderão ser feitas até as 23h59 do dia 8 de março de 2017, pelo email sgdc@telebras.com.br . Além disso, as operadoras também poderão marcar reuniões presenciais na Telebras para discutir e apresentar sugestões. A previsão é que o edital para a seleção dos parceiros comerciais seja publicado em março, e a assinatura dos contratos ocorra em abril.

Durante a apresentação, Bruno Henriques destacou que o objetivo principal do plano de venda é atender às metas do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL): expansão do acesso à internet de alta velocidade em todo o Brasil, inclusão digital, redução das desigualdades sociais e regionais e ampliação dos serviços de governo eletrônico em áreas como saúde, educação e segurança.

“Estamos totalmente atentos a esse objetivo primordial do SGDC. Não existe outra maneira economicamente mais eficiente e ágil, com menos riscos e possibilidade de dar certo, do que a que estamos apresentando hoje.”

De acordo com o diretor técnico-operacional da Telebras, Jarbas Valente, o plano de vendas de capacidade do SGDC foi desenhado para permitir parcerias com grandes, médias e pequenas operadoras de telecomunicações. “Essas empresas vão trazer equipamentos e tecnologias modernas, com a velocidade que nós precisamos e com o preço mais adequado possível para ampliar a oferta de banda larga.”

O SGDC será o único satélite de alta capacidade em banda Ka com cobertura totalmente nacional. A vida útil do equipamento será de 18 anos. O satélite terá dois centros de controle (em Brasília e no Rio de Janeiro), além de contar com cinco gateways – estações terrestres com equipamentos que fazem o tráfego de dados do satélite – instalados em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis, Campo Grande e Salvador. As operações devem começar no segundo semestre de 2017.

O SGDC já está no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, de onde será lançado no dia 21 de março próximo. A construção do satélite é uma parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa, e conta com investimentos no valor de R$ 2,1 bilhões.

Fonte: MCTIC

Mais banda larga e soberania ao País

16 de fevereiro de 2017

Artigo por Gilberto Kassab*

Ampliar a cobertura de banda larga é hoje necessidade que se coloca no mesmo patamar de outras questões fundamentais em nosso País, como a retomada do emprego. Em 2017, internet de alta velocidade, permitindo acesso a informação, Educação, troca de experiências e todo o universo de serviços e experiências que a rede proporciona, é instrumento de desenvolvimento, melhoria de qualidade de vida para nossa população e inclusão social.

Além disso, a troca de dados em alta velocidade é grande impulsionadora da economia brasileira, integrada e preparada para o Brasil retomar o caminho do crescimento. Nesse sentido, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações tem série de projetos que visam ampliar a oferta da banda larga no País.

Para além da atualização da Lei Geral de Telecomunicações, que está em discussão no Congresso e que vai proporcionar investimentos na banda larga em larga medida, quero falar do SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações), ambicioso projeto que está próximo de sua fase de conclusão, com investimentos de R$ 2,1 bilhões e fruto de parceria do nosso ministério com o da Defesa.

Com o SGDC, o Brasil vai ganhar qualidade na prestação dos seus serviços de comunicações estratégicas, seja ao dar mais eficiência ao sistema de Segurança e defesa nacionais, seja ao levar mais condições de acesso à banda larga para cidadãos de todo o País, em suas atividades pessoais ou profissionais.

O satélite estará em órbita em breve, sendo lançado no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa. Com suas 5,8 toneladas e 5 metros de altura, depois de embarcado no foguete Ariane-5, ficará posicionado a distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico.

Vem sendo desenvolvido em consórcio entre a Telebras, empresa estatal que tem série de importantes ações no desenvolvimento de nossas tecnologias de comunicação, e a Embraer, empresa brasileira de referência, sediada no Interior de São Paulo e que cumpre papel global nos setores aeroespacial e de defesa.

Vai operar em duas bandas de frequência, uma destinada exclusivamente ao uso militar e à nossa Segurança e soberania, e outra – correspondente a 70% do total de tráfego que o satélite vai permitir–será toda destinada a ampliar a oferta de banda larga pela Telebras. Agora, com a fase final de construção do equipamento e dos seus sistemas de controle, teremos importante avanço do nosso País: mais soberano e integrado, com o satélite contribuinte com o desenvolvimento econômico e inclusão social.

*Gilberto Kassab é engenheiro civil, economista e Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Artigo publicado no DIÁRIO DO GRANDE ABC, em 15 de fevereiro de 2017

Time brasileiro que acompanhou a retirada do SGDC do container, o processo para desempacotar o Satélite e os testes após a viagem da França para a Guiana Francesa

Time brasileiro que acompanhou a retirada do SGDC do container, o processo para desempacotar o Satélite e os testes após a viagem da França para a Guiana Francesa

Satélite sendo retirado do Container

Satélite sendo retirado do Container

SGDC sendo desembalado, na Guiana Francesa

SGDC sendo desembalado, na Guiana Francesa

Satélite Geoestacionário – SGDC chega a Guiana Francesa

14 de fevereiro de 2017

Foram 8 horas de voo, com uma parada em Cabo Verde para abastecimento e depois o avião Russo Antonov seguiu viagem novamente. A bordo, dois Satélites: o SGDC, da Telebras e o KoreaSat 7, Satélite Coreano. Eles voaram de Nice, na França até a Guiana Francesa, de onde serão lançados dentro de alguns dias.

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SGDC sairá da França no fim da tarde e chegará nesta madrugada a Kourou, na Guiana Francesa, de onde será lançado em 21 de março

13 de fevereiro de 2017

O Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas – SGDC, construído na França pela Thales Alenia e supervisionado por engenheiros e especialistas da Telebras, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Ministério da Defesa, Agência Espacial Brasileira e Visiona, embarca no fim da tarde de hoje (13), no Aeroporto de Nice–Côte d’Azur, na França, com destino a Kourou, na Guiana Francesa.

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