Engenheiros da Telebras participam, em Washington, do maior e mais importante evento do setor aeroespacial do mundo

15 de março de 2018

A semana é de aprendizado e troca de experiências internacionais para o gerente de Tecnologia e Soluções Satelitais da Telebras, Bruno Soares Henriques, e para o gerente de Engenharia e Operação de Satélites da Companhia, Sebastião do Nascimento Neto. Desde segunda-feira (12) eles estão em Washington, DC, nos Estados Unidos, participando do maior e mais importante evento do setor aeroespacial do mundo: a conferência Satellite 2018.

O evento reúne, até amanhã (16), líderes, empresários, executivos, engenheiros, profissionais, usuários e entusiastas da indústria que também envolve comunicações via satélite e tecnologias espaciais. Satellite mostra as tecnologias mais inovadoras e disruptivas (transformadoras), além de incentivar a troca de experiências entre os mais diversos players do mercado.

A Telebras, como operadora de satélites e também provedora de serviços de comunicação via satélite tem, a partir deste ano, relevante atuação no mercado brasileiro. Bruno e Sebastião buscam absorver as novidades e as melhores práticas de atuação no setor, bem como participam de reuniões com empresas, parceiros atuais e potenciais, além de instituições governamentais e regulatórias que farão com que a Telebras seja cada vez mais atuante neste setor tão importante para o desenvolvimento nacional.

“Aqui estamos acompanhando de perto a movimentação do mercado, os principais desafios e quais os rumos que devemos esperar para o futuro da Telebras e do SGDC. Também estamos debatendo e trocando experiências com operadores de outros países, que, assim como a Telebras, têm o objetivo de levar Internet banda larga aos lugares mais remotos de seus países com programas de educação e saúde”, comenta Sebastião do Nascimento Neto.

“Pudemos acompanhar diversos painéis sobre novas tecnologias que posicionarão a Telebras em um outro patamar a partir de agora. Estamos aproveitando a experiência dos exemplos de sucesso para aprender e aprimorar cada vez mais nossos projetos”, afirma Bruno Henriques.

“Neste ano, estamos acompanhando o lançamento de tecnologias inovadoras para os terminais satelitais, que poderão, inclusive, ser utilizados no SGDC em um futuro próximo. Além disso, avanços na fabricação de satélites, nos sistemas de radiofrequência, na capacidade de lançamento e nas possibilidades de redução de custos de operação foram observados, garantindo que podemos fazer uso de todo esse conhecimento adquirido para melhorar os resultados da empresa, acelerando a implantação do PNBL”, comenta Bruno.

“No caminho de novos investimentos foi observada uma tendência massiva no sentido da verticalização, ou seja, operador de satélite e prestador de serviço pela mesma empresa, mostrando que a Telebras está no caminho certo”, comemora Sebastião.

Mais informações em: http://2018.satshow.com/attend/

Satélite Geoestacionário Brasiliero (SGDC) está sob controle total da Telebras

5 de julho de 2017

SGDC encontra-se em fase de testes de rede da Estatal. Início de operação do serviço de banda larga civil e militar é previsto ainda para este ano.

Satélite Geoestacionário Brasileiro - SGDC

Foto: Thales Alenia Space

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação Estratégica (SGDC), lançado em maio de 2017, está sob o controle total da Telebras desde o dia 30 de junho. A operacionalização acontece tanto da sede da empresa, como do Centro de Operações Espaciais do Satélite Geoestacionário (COPE – P), ambos situados em Brasília.

De acordo com o Gerente de Engenharia e Operação de Satélites, Sebastião do Nascimento Neto, a entrega só foi feita graças a atuação da equipe Telebras, que não mediu esforços ao longo dos 4 anos de desenvolvimento do Projeto. “Nossa equipe está de parabéns. Os últimos 6 meses foram de trabalho ainda mais intenso. Tivemos que acelerar as atividades para cumprir os prazos estabelecidos e isso só foi possível graças ao empenho de todos”, diz Sebastião.

A Thales Alenia Space, empresa franco-italiana, responsável pelo fornecimento do artefato para o Brasil, elogiou o trabalho da Estatal e o empenho dos colaboradores envolvidos no Projeto.

Sebastião conta, ainda, que se sente orgulhoso e parabeniza a Diretoria Executiva da Telebras pelas ações realizadas. Ele também reforça o visível desempenho da equipe responsável pela infraestrutura que está se empenhando ao máximo para execução do cronograma, e por vezes até antecipando a entrega.

Neste momento, o Satélite Geoestacionário passa por fase de testes de rede pela Estatal e, segundo o gerente, em setembro o serviço de banda larga estará disponível para distribuição ao usuário final, sociedade civil e militar.

Satélite Geoestacionário Brasileiro - SGDC

Foto: Thales Alenia Space

Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

 

Telebras apresenta plano de venda da banda Ka do Satélite Geoestacionário a empresas de telecom

23 de fevereiro de 2017

Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação Estratégicas terá 70% da sua capacidade voltada para ampliar a oferta de internet de alta velocidade no país por meio da banda Ka. De acordo com a Telebras,plano de vendas vai permitir parcerias com operadoras de telecomunicações que vão trazer equipamentos e tecnologias modernas para ampliar a oferta de banda larga.

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Satélite Geoestacionário beneficiará segurança nacional e banda larga, diz ministro

8 de fevereiro de 2017

por Portal Brasil
Lançamento está previsto para março deste ano. Projeto conta com parceria dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da Defesa

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Comment TAS a accompagné le programme spatial du Brésil

7 de fevereiro de 2017

Par Laurence Bottero via La Tribune, Paris

Lancé depuis Kourou en mars prochain, le satellite de télécommunication dual SGDC signe aussi une étape dans le plan de transfert de compétences et de technologies qui lie Thales Alenia Space et le Brésil.

S’il est encore pour quelques jours dans les entrailles de Thales Alenia Space à Cannes, le satellite SGDC (satellite géostationnaire de défense et de communication sécurisées) est désormais fin prêt à rejoindre le pas de tir guyanais de Kourou pour un lancement en mars, par une fusée Ariane 5.

Et si les équipes de TAS sont habituées à voir s’envoler le résultat de leur travail, cette mise en orbite a un goût particulier. Car SGDC est en effet la première concrétisation de l’accompagnement par la co-entreprise franco-italienne du programme spatial brésilien.

Un MOU spécial

Hormis une coopération avec les Chinois, le Brésil n’avait jusqu’alors pas de programme spatial ambitieux. Suite à un appel d’offres, Thales Alenia Space est choisi, l’emportant face aux concurrents américain et japonais. Le contrat portant sur la réalisation de SGDC est signé en décembre 2013. Accompagné d’un Memorandum of Understanding dont le but est justement de faire monter en gamme le programme spatial brésilien. Car le Brésil a des besoins, notamment celui d’assurer sa souveraineté en terme de communications sécurisées pour les Forces armées et le gouvernement mais aussi de réduire la fracture numérique et de permettre l’accès à Internet même dans les coins les plus reculés du pays, comme l’Amazonie.

La réalisation du satellite de télécommunication – qui a duré 3 ans – a donc permis de lier les deux objectifs. Embarqués dans l’aventure, 45 Brésiliens ont été formés, trente d’entre eux étant même hébergés tout au long du déroulement du projet au sein des établissements de Cannes et Toulouse. Un vrai “changement d’échelle” dit Michel Roussy, chef de programme, pour ceux qui ont été intégrés de la même façon que le sont habituellement les stagiaires et à qui il fallait apporter “un ensemble de compétences“.

Vitrine technologique

Le transfert de compétences est justement une autre brique apportée par Thales Alenia Space. Qui a fait profité de son savoir “les entreprises brésiliennes intéressées par le spatial afin qu’elles deviennent qualifiées et puissent entrer dans la chaîne de production“. Pour des domaines par exemple tels que la mécanique, la propulsion ou encore l’optique. Et puis, surtout, il fallait aussi faire en sorte que le projet puisse servir de vitrine. La réalisation d’un panneau structural en aluminium, panneau support de batterie, par la brésilienne Cenic et intégré dans le satellite sert donc de “démonstrateur” et permet de revendiquer un “Bresil inside” de bon aloi.

Position stratégique

Ayant désormais “le pied à l’étrier“, le Brésil va donc pouvoir gérer un SGDC 2. L’appel d’offre le concernant est d’ailleurs en cours de préparation. “C’est le meilleur qui l’emportera” dit Michel Roussy, même si le succès de ce programme apporte inévitablement un avantage à Thales Alenia Space. Le Brésil, de son côté, connaît ses besoins. Ainsi un satellite d’observation est aussi important, “très utile dans un pays pour qui les enjeux climatiques et agricoles sont majeurs“, souligne Michel Roussy, et qui préfère donc évidemment avoir son propre satellite plutôt que d’acheter des images. Mais la crise, entamée en 2014, freine, malgré tout, les faims spatiales. D’ailleurs les deux seuls projets qui ont été maintenus alors par la présidente Dilma Roussef, étaient… les JO et le projet SGDC. Un contrat à 250 M€ comprenant le satellite ainsi que la construction de deux stations sols de surveillance. Une coopération inédite pour Thales Alenia Space qui a des coopérations plus modestes avec le Turkménistan et la Turquie. Une coopération inédite qui peut cependant, ouvrir d’autres voies…

Disponível em: http://marseille.latribune.fr/entreprises-finance/2017-02-07/comment-tas-a-accompagne-le-programme-spatial-du-bresil.html

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