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Telebras: lá se vão 49 anos!

Telebras: lá se vão 49 anos!

Com todas as facilidades da internet hoje em dia, sem contar as inovações que estão por vir, fica até difícil imaginar como era o mundo sem tanta conectividade.
Voltando um pouco no tempo, mais precisamente em 9 de novembro de 1972, quando se estruturou o Sistema Telebras, surgia uma história que contemplava marcos históricos, conectando pioneirismo com inovação e pessoas. Sempre aproximando o futuro durante essas décadas.

É difícil imaginar que…

– Na década de 1970, foi criado um sistema que cobria praticamente todo o território brasileiro com uma enorme rede de comunicações, com micro-ondas, satélites e cabos submarinos de telex.
– Os serviços de comunicação de dados tinham o videotexto e o cirandão como apogeu para consulta de bancos de dados econômicos, contas bancárias, turismo, notícias de jornais e lazer.

– O telefone fixo era um autêntico membro das famílias brasileiras. Sem contar os orelhões que, com suas fichas e, depois, cartões, emolduravam ruas e praças do Brasil até hoje.

– Todos paravam em frente à televisão, mesmo com suas cores se resumindo ao preto e branco, e continuaram a reverenciá-la a partir da transmissão em cores.


– Os satélites, o desenvolvimento das fibras óticas, tecnologia que todos diziam ter a “assustadora espessura de um fio de cabelo”, revolucionaria a qualidade e a velocidade da comunicação a partir de 1975.
– Em 1976, a Telebras passou a contar com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), um verdadeiro núcleo de inteligência e desenvolvimento tecnológico. O CPqD foi responsável por diversas inovações aos brasileiros, vistas ao longo de décadas. E reconhecido mundialmente pelo nível de desenvolvimento de equipamentos e sistemas de telecomunicações, que continua sua excelência em voo solo desde 1988.

– Na década de 1970, foi criado um sistema que cobria praticamente todo o território brasileiro com uma enorme rede de comunicações, com micro-ondas, satélites e cabos submarinos de telex.
– Os serviços de comunicação de dados tinham o videotexto e o cirandão como apogeu para consulta de bancos de dados econômicos, contas bancárias, turismo, notícias de jornais e lazer.
– O telefone fixo era um autêntico membro das famílias brasileiras. Sem contar os orelhões que, com suas fichas e, depois, cartões, emolduravam ruas e praças do Brasil até hoje.
– Todos paravam em frente à televisão, mesmo com suas cores se resumindo ao preto e branco, e continuaram a reverenciá-la a partir da transmissão em cores.
– Os satélites, o desenvolvimento das fibras óticas, tecnologia que todos diziam ter a “assustadora espessura de um fio de cabelo”, revolucionaria a qualidade e a velocidade da comunicação a partir de 1975.
– Em 1976, a Telebras passou a contar com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), um verdadeiro núcleo de inteligência e desenvolvimento tecnológico. O CPqD foi responsável por diversas inovações aos brasileiros, vistas ao longo de décadas. E reconhecido mundialmente pelo nível de desenvolvimento de equipamentos e sistemas de telecomunicações, que continua sua excelência em voo solo desde 1988.

Pessoas com celular

Nova Era

A Era Digital provocou rápido desenvolvimento dos componentes eletrônicos. O resultado foi uma tecnologia cada vez mais moderna dos microcomputadores, que antes ocupavam salas inteiras, e que a partir de 1980 passaram a incluir os primeiros laptops. As centrais telefônicas ficaram muito mais inteligentes e ampliaram a qualidade da comunicação.

 

Durante todo esse tempo, a Telebras sempre procurou se dedicar à inovação com qualidade, mas sobretudo à missão de conectar pessoas. Durante toda sua história, o foco sempre foi conectar quem mais precisa, seja nos grandes centros ou nas áreas mais distantes, vulneráveis ou isoladas.
A World Wide Web, nos anos 1990, abriu as portas para a comunicação em rede que, no Brasil, tomou impulso a partir de 1995, com a internet. Um novo mundo de oportunidades e facilidades que cada vez mais comunidades e povos querem estar inseridos. Surgiram novas formas de conversar, conhecer, aprender, de se entreter e de viver.
Difícil imaginar que o telefone celular, lançado em meados de 1990, venha se tornando cada vez mais o novo e definitivo companheiro de todos os segmentos da sociedade.
Mas a explosão definitiva da telefonia móvel ocorreu mesmo nos anos 2000, junto com o avanço da internet, que trouxe um mundo inteiro para dentro de uma tela, com inúmeras possibilidades de negócios e serviços, reformulando relações, e se tornando essencial para profissionais de segurança pública, bombeiros, hospitais, frotas de taxi e demais áreas ligadas a serviços públicos e particulares. Tudo isso exigiu cada vez mais conectividade.

Segurança na comunicação de Estado, inclusão social, internet e cidadania

A vida atual exige levar cada vez mais conectividade às pessoas. Desde seu retorno, em 2010, após a privatização das empresas do então Sistema Telebras, em 1998, suas atividades priorizam, dia a dia, garantir a segurança das redes privativas do Estado e, cada vez mais, promover a integração internet-conectividade-pessoas.
O lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em maio de 2017, elevou a segurança para a comunicação da Administração Pública Federal e permitiu a oferta de acesso à internet, via satélite, para áreas vulneráveis de todo Brasil, que antes estavam isoladas da vida digital.

Essa conectividade vem fazendo com que a Telebras atenda as políticas públicas do Governo Federal na promoção da inclusão social pelo acesso ao mundo digital em qualquer parte do território nacional. É a internet trazendo saúde, segurança, acesso aos serviços públicos e comércios digitais a todos os rincões do país.
Diminuir esse abismo digital existente no país por meio do acesso à internet por milhares de brasileiros é uma das principais ambições da Telebras.
E nesses últimos anos, a Telebras tem muito para comemorar. São milhões de brasileiros, de novos conectados em escolas rurais, unidades de saúde, postos de fronteira, centros comunitários, assentamentos, aldeias indígenas, quilombolas e tantos outros.
Onde houver um brasileiro excluído, a Telebras vai lá. Direta ou indiretamente. E conecta. A Telebras sempre estará perto de quem precisa. 

Quatro décadas e muito mais

Passeando por esses 49 anos de história de inovação e pioneirismo das telecomunicações e da Telebras, é possível perceber que muito foi feito, mas ainda há muito a se fazer.

Essa experiência de 49 anos se transmuta em energia para ampliar sua determinação à segurança da conectividade, à qualidade, à desigualdade, à cidadania aos brasileiros, agora, nesse mundo digital. Assim tem sido desde 2010. Assim será em 2022, 2023…

Mas, vamos agora refletir: 

Já pensou se não tivesse Internet? 

Listamos 49 fatos que aconteceriam se a internet não existisse. O que mais poderia entrar nessa lista?

  • Aproximadamente 1,75 bilhão de smartphones virariam celulares à moda antiga (poucas funcionalidades);
  • 150 bilhões de emails deixariam de ser enviados diariamente;
  • 4,9 milhões de usuários de plataformas de conversas perderiam 2 bilhões de minutos de conversa;
  • O Teletrabalho não seria uma realidade;
  • A ausência de conectividade impediria o funcionamento das centrais de controle de tráfego aéreo, o que impediria a decolagem de cerca de 87 mil vôos;
  • Mais de 16,3 milhões de carros passariam o dia sem poder usar seus sistemas de navegação por GPS e carros automáticos (sem motoristas) não existiriam.
  • Cerca de 58,3 milhões de pedidos de informação de rastreamento de pacotes de serviços de correios não seriam atendidos. Em outras palavras, não seria possível acompanhar as encomendas;
  • Não haveria internet banking;
  • Não haveria serviços de entrega de alimentos delivery por aplicativos;
  • O sistema de trânsito nas grandes cidades não poderia ser acompanhado em tempo real;
  • Os serviços hospitalares se tornariam mais lentos sem a transmissão automática de resultados de exames e análises de dados;
  • O compartilhamento de insumos médicos e de saúde em geral seriam extremamente dificultados, incluindo-se a doação de órgãos;
  • Não haveria serviços de transporte por aplicativo (carros particulares);
  • Mais de 500 milhões de tweets e mais de 70 milhões de fotos do Instagram deixariam de ser compartilhadas em apenas um dia sem internet;
  • Os cerca de 894 milhões de usuários do Facebook deixariam de enviar mais de 10 bilhões de mensagens e compartilhar cerca de 4,7 bilhões de atualizações nos 39 minutos que passam em média na rede durante um dia. 
  • o Youtube perderia cerca de 4 bilhões de visualizações diárias.
  • O custo de se efetuar uma transação bancária “ao vivo”, com um empregado de um banco, é de aproximadamente, US$ 3,97. Fazer a mesma coisa pelo caixa eletrônico custa apenas US$ 0,59 e, fazê-lo por um dispositivo móvel, US$ 0,56. Dessa forma, em um dia sem internet, os custos de operações financeiras aumentariam radicalmente.
  • Atualmente, a previsão do tempo depende da coordenação de dados colhidos em muitos pontos de observação diferentes – e ela só pode acontecer por meio da internet. Além disso, os meteorologistas utilizam técnicas de computação na nuvem para realizar bilhões de cálculos todo dia, com base em dados dos últimos 10 mil dias, e a internet também é essencial para essas funções.
  • Educação à distância seria mais difícil, menos acessível e mais cara.
  • O acesso à cultura e a diversidade de produções artísticas e culturais se tornaria mais difícil e mais caro;
  • A impossibilidade de se conectar à rede faria com que lojas de comércio eletrônico perdessem cerca de US$ 2 bilhões em vendas só nos estados Unidos;
  • Serviços de streaming de vídeos e séries seriam impossíveis;
  • Serviços de música on line não funcionariam;
  • O acesso aos acontecimentos e notícias do país e do mundo estaria sujeito às fontes tradicionais de informação, como jornais impressos e programas de notícias de televisão e rádio;
  • Volta das páginas amarelas (catálogos imensos para localizar fornecedores locais de produtos e serviços) e do Guia 4 Rodas (mostrava as estradas por onde passar e os locais mais seguros para fazer paradas em viagens);
  • O monitoramento de catástrofes ambientais (como tornados, vulcões, tsunamis e etc) voltaria a ser realizado com tecnologias ultrapassadas, aumentando consideravelmente o tempo de detecção e resposta de ameaças, e consequentemente de vidas que podem ser salvas;
  • O Agronegócio teria grande perda no controle e qualidade da produção e haveria exponencial diminuição de produtos agrícolas;
  • As fábricas automatizadas, ou que dependem de alguma forma da internet em seus fluxos internos de produção teriam sua atividade diminuída drasticamente ou extinta;
  • Seria impossível realizar pesquisa de preços de produtos em dois cliques, também diminuiriam os comentários e avaliações de um produto, dificultando a vida do consumidor na hora da decisão de compra;
  • Os produtos teriam que ser adquiridos presencialmente, ou por telefone, reduzindo-se a concorrência e dificultando o acesso às mercadorias;
  • Pequenos empresários que hoje divulgam seus produtos e serviços no meio digital teriam dificuldades para dar vazão a sua produção e provavelmente teriam que fechar seus negócios;
  • Negócios exclusivamente digitais deixariam de existir;
  • Redes Sociais (todas as de ambiente online) deixariam de existir;
  • Milhares de dados seriam perdidos, desde fotos de pessoas, trabalhos e pesquisas acadêmicas, até dados de segurança pública e segurança nacional;
  • Seria mais difícil localizar pessoas;
  • Seria mais fácil a atuação de criminosos em delitos que atualmente são rapidamente denunciados;
  • Seria dificultado e encarecido o acesso ao conhecimento e à literatura em geral.
  • A comunicação entre pessoas se tornaria mais difícil, dependendo no cotidiano da presença física ou de telefone para realização de qualquer contato. Não existiria aplicativos de conversa instantânea.
  • A escolha dos destinos no turismo seria embasada apenas em fotografias de jornais e revistas, sem a possibilidade de verificação em tempo real se há ou não vagas em determinado hotel;
  • Não existiria serviços de locação de imóveis particulares por temporada em aplicativos;
  • O serviço público se tornaria mais lento e burocrático;
  • O serviço público estaria mais sujeito à corrupção sem os instrumentos online de transparência e controle;
  • Filas gigantescas em mercados e bancos voltariam a ser uma realidade;
  • Vídeo-locadoras voltariam a existir;
  • O cidadão veria diminuída e dificultada, sua capacidade de acompanhar as atividades e decisões de parlamentares e juízes;
  • Crianças com pais separados, idosos que moram sozinhos e pessoas que moram em cidades diferentes dos seus parentes não poderiam ver seus entes queridos em vídeo-chamadas;
  • Vaquinhas virtuais deixariam de existir. Mobilizações em prol de causas solidárias tornariam mais difíceis, regionais e restritas;
  • Acadêmicos, pesquisadores, engenheiros, inventores teriam suas fontes de pesquisa e possibilidades de compartilhamento de descobertas e informações extremamente reduzidas;
  • Tecnologias de ponta de segurança militar como o escudo antimíssil (atualmente ativo temos o Domo de Ferro Israelense) não seriam possíveis;

Para saber mais:

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