Maximiliano Martinhão é o novo Presidente da Telebras

18 de outubro de 2017

O engenheiro de Planejamento do Sistema da Telebras na década de 90, retorna à casa, 12 anos depois, como Presidente da Companhia

A Telebras tem um novo Presidente desde o dia 5 de outubro. Maximiliano Martinhão assume a liderança da Diretoria Executiva da Companhia, depois de já ter integrado o Sistema Telebras de 1994 a 2005. Em 2011, Martinhão havia retornado à Estatal como membro do Conselho de Administração. De 2013 a 2016 foi Presidente do Conselho.  Agora, assume como Presidente da Telebras e Conselheiro nato, após um período de três meses em que a Companhia foi presidida interinamente pelo Diretor Técnico-Operacional, Jarbas Valente.

Maximiliano Salvadori Martinhão é natural de Campinas, SP e tem 46 anos. É Engenheiro de Telecomunicações, formado pelo Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL, de Santa Rita do Sapucaí – MG e Mestre em Gerência de Telecomunicações pela Universidade de Strathclyde, no Reino Unido. É também advogado formado pelo Instituto de Educação Superior de Brasília – IESB.

Desde junho de 2016, antes de assumir a Telebras, Maximiliano atuava como Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Até chegar ao MCTIC exerceu o cargo de Secretário de Telecomunicações no Ministério das Comunicações e o cargo de Gerente Geral de Certificação e Engenharia do Espectro da ANATEL, tendo ocupado outras posições Gerenciais e de Assessoria na Agência.

Foi representante da Administração Brasileira em diversos fóruns nacionais e internacionais de telecomunicações e titular de cargo efetivo de Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações desde 2005.

 “A Telebras é uma empresa que tem uma trajetória de 45 anos e já entrou na fase madura. Precisamos levar à frente, com excelência, essa história”

 Em sua gestão, Maximiliano pretende levar adiante o Projeto SGDC e outros pontos relevantes da Estatal, como a implantação do Cabo Submarino e a ampliação da Rede Terrestre. “A Telebras é uma empresa que tem uma trajetória de 45 anos e já entrou na fase madura. Precisamos levar à frente, com excelência, essa história. ‘Onde tem Brasil, tem Telebras!’Assim seguiremos com o curso desta caminhada”, diz o Presidente.

Telebras está presente no Futurecom 2017

2 de outubro de 2017

Evento é o maior e mais qualificado do Brasil e da América Latina no setor de Telecomunicações, TI e Internet

A Telebras está pronta para a participação no evento. Nesta terça-feira, 02, às 20h, acontece a abertura oficial. Segundo os organizadores, estão confirmadas as presenças do Presidente da República, Michel Temer, do Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, do Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e do Prefeito de São Paulo, João Dória.

O propósito do Futurecom é reunir e debater as tendências do setor, as forças do mercado e oferecer às empresas e profissionais participantes um ambiente estimulante para o desenvolvimento de negócios e networking.

Na oportunidade são discutidas as últimas tecnologias, realizados anúncios importantes e palestras. Expositores apresentam seus produtos e aproveitam o ambiente para realizar negócios.

O Futurecom encerra na quinta-feira, 05 e está sendo realizado na Transamerica Expo Center, na Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, em Santo Amaro, SP.

 

Campus Party Brasília começa hoje com mais de 250 horas de atividades

14 de junho de 2017

Com ingressos esgotados, #CPBSB deve receber 4 mil campuseiros
e mais de 40 mil visitantes na Open Campus

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Começa nesta quarta-feira (14/06) a primeira Campus Party em Brasília

12 de junho de 2017

Telebras vai fornecer internet de alta capacidade durante os cinco dias de evento.
Mais de 4 mil campuseiros já confirmaram presença

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Brasil terá satélite geoestacionário a partir de março

18 de janeiro de 2017

Defesa e Segurança

Equipamento vai permitir eficiência na fiscalização dos 17 mil quilômetros de fronteira com 10 países sul-americanos
por Portal Brasil publicado: 18/01/2017
jungmann

Foto: Tereza Sobreira/MD

O SGDC expandirá a capacidade operacional das Forças Armadas, por exemplo, em operações conjuntas nas regiões de fronteira terrestre

O Brasil vai colocar em órbita, em março, um moderno satélite para permitir a melhora na fiscalização dos 17 mil quilômetros de fronteira com 10 países sul-americanos.

Para o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o equipamento vai assegurar o serviço de banda larga para todo território nacional.

“Esse satélite vai permitir uma grande melhoria nas condições de fiscalização das fronteiras. Vai propiciar a segurança das comunicações na área de defesa e na área governamental”, informou Jungmann, que visitou, nesta terça-feira (17), em Brasília, o Centro de Operações Espaciais, responsável por operar, da terra, o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

O lançamento do SGDC está previsto para o dia 21 de março, às 19 horas, do Centro Espacial de Kourou, localizado na Guiana Francesa.

Satélite Geoestacionário

O projeto é uma parceria entre os Ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e envolve investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões.

O satélite, adquirido pela Telebras, terá uma banda KA, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), e uma banda X, que corresponde a 30% do equipamento, de uso exclusivo das Forças Armadas.

O Ministério da Defesa investiu cerca de R$ 500 milhões para utilização da banda X pelos próximos 18 anos, tempo de vida estimado do produto.

Com isso, o Brasil passará a fazer parte do seleto grupo de países que contam com seu próprio satélite geoestacionário de comunicações, diminuindo a necessidade de alugar equipamentos de empresas privadas, o que vai gerar uma economia significativa aos cofres públicos e maior segurança em suas comunicações.

O SGDC expandirá a capacidade operacional das Forças Armadas, por exemplo, em operações conjuntas nas regiões de fronteira terrestre, em eventuais operações de resgate em alto mar e ainda no controle do espaço aéreo.