NOTA CONJUNTA MCTIC E MINISTÉRIO DA DEFESA

16 de abril de 2018

Parceria com Viasat no satélite geoestacionário não oferece risco à soberania nacional, afirmam MCTIC e Ministério da Defesa

Os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações reforçam que a parceria estratégica firmada pela Telebras e a empresa Viasat no projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) não oferece risco à soberania nacional.

O satélite foi concebido para atender às estratégias de defesa nacional e viabilizar o programa Internet para Todos, que prevê a massificação da internet de qualidade para todo o Brasil. A fim de promover estes dois pilares, o controle e a operação do satélite continuam sob responsabilidade da Telebras e do Ministério da Defesa.

O satélite foi dividido em duas bandas: a banda X, de uso exclusivamente militar; e a banda Ka, que atende o social. São sistemas totalmente independentes, e não há qualquer troca de dados e informações entre eles, além de a Viasat ou qualquer outra empresa não ter acesso, em qualquer hipótese, às senhas de controle do SGDC. A exploração comercial da banda Ka do SGDC não transfere a propriedade nem modifica a governança do projeto SGDC. A responsabilidade da Viasat nessa parceria é a instalação e manutenção dos terminais de usuários (antenas) em todo o Brasil.

Cabe ressaltar que a Viasat é uma empresa mundialmente reconhecida, que está presente nos Estados Unidos, Europa, Austrália e México, inclusive com contratos governamentais para implantação de programas nacionais de banda larga. O acordo de parceria, baseado no artigo 28, §3º, II, da Lei nº 13.303/2016, atende às políticas públicas em prol do interesse coletivo – a expansão do acesso à Internet em banda larga no país.

A internet em banda larga de alta qualidade oferecida pelo SGDC cobre todo o Brasil e já está viabilizando projetos sociais, como o Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (GESAC), Educação Conect@da (do Ministério da Educação), Prontuário Eletrônico (do Ministério da Saúde), além do Internet para Todos. O SGDC também ajudará a garantir segurança nacional ao levar conectividade aos diversos postos de fronteira do país, dentre outros órgãos localizados em áreas remotas, hoje sem cobertura adequada.

Por fim, o Ministério da Defesa e o MCTIC vislumbram que a operacionalidade plena do SGDC fortalecerá ainda mais a soberania nacional, além de trazer grandes benefícios sociais e econômicos ao Brasil.

Brasília, 16 de Abril de 2018.

MINISTÉRIO DA DEFESA

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES

Telebras inaugura infraestrutura das estações Gateways de Campo Grande-MS, Florianópolis-SC e Salvador-BA

23 de março de 2018

A manhã desta quinta-feira (22) foi de entrega de novas etapas do Projeto SGDC-1. Autoridades e Diretoria Executiva da Telebras participaram da inauguração da infraestrutura das três estações terrestres do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que marca o início do funcionamento de um dos projetos mais esperados do Brasil. As estações, chamadas Gateways, estão instaladas em Salvador (BA), Campo Grande (MS) e Florianópolis (SC).

Entre as autoridades presentes estavam o Ministro da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab e o Ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna.

O diretor Técnico-Operacional da Telebras, Jarbas Valente, ressaltou a importância do Projeto SGDC para o país, permitindo, em breve, internet de qualidade para escolas, hospitais, áreas rurais e regiões remotas. “Foram mais de 30 licitações para chegarmos a este resultado. Uma soma de esforços de todos os envolvidos”, enfatiza.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, a data marca mais um importante passo da Companhia. “A Telebras concluiu a instalação das três antenas Gateways que compõem o Projeto SGDC-1, em terra, além das outras duas antenas Gateways que estão instaladas aqui, no Cope-P em Brasília e no Cope-S, no Rio de Janeiro. Obras orçadas em 134 milhões de reais, que geraram mais de mil empregos diretos e indiretos e que estão sendo entregues dentro do prazo”, lembra.

“A partir de agora, com os resultados dessa operação, vamos ter um novo Brasil. A conectividade nas áreas de educação e saúde, em regiões longínquas e no monitoramento das fronteiras nos permite afirmar que efetivamente o país viverá uma nova realidade no que diz respeito à tecnologia, conforto e segurança”, ressaltou Kassab.

Um exemplo, segundo Kassab, é o programa Internet para Todos, iniciativa do MCTIC para levar acesso à banda larga para localidades sem conectividade de todo o país. Ele lembrou a participação de cerca de 3 mil prefeitos na cerimônia de assinatura dos termos de adesão ao programa realizada em Brasília, no dia 12 de março. “Isso mostra que estamos, neste momento, já integrados à sociedade civil, com as mais diversas comunidades, que passarão a dar apoio à continuidade desse projeto.”

O ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, ressaltou a integração entre os órgãos do governo na construção do satélite. Fruto de uma parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa, o satélite recebeu R$ 3 bilhões em investimentos. Adquirido pela Telebras, tem uma banda Ka, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e para expandir a oferta de internet no país, e uma banda X, que corresponde a 30% da capacidade do equipamento, de uso exclusivo das Forças Armadas.

Gateways

As estações terrestres de acesso, as Gateways, são responsáveis pelo tráfego de dados do satélite geoestacionário, que entrou em órbita em maio de 2017. Cada gateway recebe transmissões do SGDC, processa chamadas e distribui as transmissões para a rede terrestre apropriada. Ao todo, o satélite conta com cinco Gateways.

Obras

Durante a cerimônia, ministro e autoridades visitaram as obras do complexo de operações do satélite, no VI Comando Aéreo Regional. Além da estação de acesso, o local abriga toda a infraestrutura do Centro de Operações Espaciais Primário (COPE/P). O controle do satélite em órbita é feito por dois COPEs – um em Brasília e outro no Rio de Janeiro.

Tier IV e Bim

Max enfatizou a classificação Tier IV para o COPE P, de Brasília, que é o mais alto nível de disponibilidade e confiabilidade para a infraestrutura de uma instalação de missão crítica. “Esse sistema permite o site imune a qualquer paralisação de infraestrutura, ou seja, qualquer componente ou sistemas podem ser retirados de serviço seja por defeito, manutenção, reparo ou substituição sem que haja impacto para os processos de TI dos ambientes críticos do Data Center. Esta arquitetura permite ultrapassar os piores cenários de incidentes técnicos sem nunca interromper a disponibilidade dos servidores” informa.

No Brasil, apenas um Data Center do setor privado possui certificação Tier IV e o projeto da Telebras é o primeiro a ser certificado neste nível em órgãos e empresas públicas. O processo de certificação Tier IV é complexo, sendo analisado por profissionais sêniores, com vasta experiência em certificações internacionais.

Outro grande marco é que todos os projetos foram desenvolvidos em tecnologia BIM (Building Information Modeling), que cria digitalmente modelos virtuais precisos de uma construção, sendo todos os desenhos e compatibilização das instalações realizados em 3D, permitindo a visualização da obra em nível de detalhamento real.

O BIM oferece suporte ao longo das fases do projeto, permitindo melhor análise e controle na implantação e operação.

Quando concluídos, esses modelos gerados por computador contêm geometria e dados precisos necessários para o apoio às atividades de construção, evoluindo para o 4D ao incorporar a dimensão tempo e para o 6D com as informações de manutenção.

 

Telebras estará presente na Cerimônia de adesão de mais de 2.500 cidades ao Programa Internet para Todos

12 de março de 2018

O presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, assinam, nesta segunda-feira (12), na presença de prefeitos, o termo de adesão ao programa Internet para Todos. O presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, compõe a mesa de autoridades. A cerimônia será realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, a partir das 15h.

O programa Internet para Todos já tem 2.260 cidades prontas para assinar o termo de adesão. O número de municípios habilitados pode ser acrescido em mais de 330 já que 2.593 cidades manifestaram interesse em participar do programa.

O Internet para Todos vai beneficiar uma fatia da população hoje excluída da rede mundial de computadores, democratizando o acesso à informação e aos serviços públicos hoje disponíveis on line. Cerca de 40 mil localidades poderão ser beneficiadas pelo programa.

O termo de adesão que será assinado pelos prefeitos define a infraestrutura básica e as condições para a participação dos municípios no programa. As prefeituras devem indicar onde serão instaladas as antenas para distribuição do sinal de internet, além de garantir a segurança da área e arcar com as despesas de energia elétrica.

Os municípios beneficiados nesta primeira fase do Internet para Todos começarão a receber as antenas em maio, e a expectativa é que sejam instaladas 200 antenas por dia.

A conexão de internet será feita por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), de propriedade do governo brasileiro e que recebeu R$ 3 bilhões em investimentos. Em órbita desde maio de 2017, o satélite tem vida útil de 18 anos. O Internet para Todos oferecerá aos usuários conexão a preços acessíveis.

Além dos convênios com as prefeituras, o MCTIC já firmou parcerias com o Ministério da Defesa, para garantir o monitoramento de 100% das fronteiras brasileiras, ampliando as ações de combate ao tráfico de armas e drogas; com o Ministério da Educação, para levar banda larga para todas as escolas públicas do país, sendo que 7 mil serão beneficiadas já em 2018; e com o Ministério da Saúde, para implantar internet em hospitais e postos de saúde, melhorando a gestão pública e a qualidade dos serviços prestados à população.

Mais recursos para os municípios

Na mesma cerimônia, o presidente Michel Temer vai sancionar o projeto de lei número 1 de 2018, que abre crédito especial de R$ 2 bilhões ao Orçamento Fiscal da União em favor dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Desenvolvimento Social. O objetivo é viabilizar a MP nº 815/2017. O PL autoriza a União a transferir aos entes federativos e que recebem o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), no exercício de 2018, a título de apoio financeiro, recursos destinados à superação de dificuldades financeiras emergenciais.

Serviço
Evento: Cerimônia de Assinatura do Termo de Adesão do Programa Internet para Todos
Data: 12 de março de 2018
Horário: 15h
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil
Endereço: SCES Trecho 2, Conjunto 63, Lote 50
Cidade: Brasília (DF)

Telebras vai levar conexão a localidades desassistidas através do Internet para Todos

30 de janeiro de 2018

 

Anúncio foi feito durante coletiva de imprensa da Campus Party Brasil 2018, nesta terça-feira,30, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo

A Telebras é a primeira empresa de Telecomunicações do Brasil credenciada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações (MCTIC), para atender o Programa Internet para Todos do Governo Federal.

O anúncio foi feito nesta manhã pelo gerente de Planejamento e Marketing da Telebras, Luiz Fernando Ferreira Silva, em São Paulo, durante a Campus Party Brasil 2018. O programa tem o objetivo de conectar milhares de localidades em todo o país sem acesso à rede. Para isso, a Telebras usará a capacidade do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC), lançado em maio de 2017.

Serão milhares de localidades assistidas pelo Programa que em breve deve entrar em operação. Prefeituras de todo o Brasil poderão se credenciar junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para serem atendidas pelo projeto.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, a ação vai representar ganhos econômicos e sociais para o país e reforçar o perfil de inclusão digital, uma vez que todos poderão ter acesso ao que acontece no mundo, através da internet.

“Nosso propósito como operadora de Telecomunicações Brasileira é cumprir a missão de conectar o país. Muito em breve, graças ao SGDC e a esta iniciativa do governo, brasileiros que estavam ‘excluídos’ da atual e tão falada conectividade, passarão a se sentir incluídos e poderão usufruir dos mesmos benefícios de internet de qualidade que a Telebras proporciona aos campuseiros, por exemplo,” enfatiza.

Internet para Todos é uma ação do MCTIC e da Telebras que vai levar conexão em banda larga para milhares de localidades de todo o país a preços reduzidos. O objetivo é democratizar o acesso à internet em busca da inclusão social.

Campus Party Brasil 2018

A Telebras está mais uma vez presente na Campus Party Brasil, fornecendo internet de alta qualidade aos campuseiros. O local do evento é novamente o Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Serão seis dias de duração, em 24 horas non-stop, com um total de 750 horas de conteúdo e uma capacidade de internet de 40 Gb/s, fornecida pela Telebras.

“Somos parceiros do evento no Brasil há 3 anos e entregamos aquilo que melhor sabemos fazer, que é a tecnologia. É um evento de expressão entre os jovens e para a história da Telebras, como todos que participamos. Os campuseiros podem contar com nossa excelência na internet que será fornecida”, diz o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão.

A Campus Party Brasil chega a 11ª edição nacional. Em 2017, o evento realizou edições regionais em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Salvador (BA), com um encontro em Pato Branco (PR), em outubro.

 

 

Ministério da Justiça terá Telebras como aliada na modernização do sistema penitenciário e no apoio ao combate integrado às organizações criminosas

15 de dezembro de 2017

“Melhoria dos serviços tecnológicos do Ministério da Justiça trará ganhos na execução das responsabilidades do Órgão Público. Sai beneficiada a sociedade, tão carente de proteção, que terá agilidade no processo de melhoria da segurança publica”, diz Max

A Telebras está concluindo 2017 com mais um importante projeto com o Governo Federal. O novo parceiro é o Ministério da Justiça.  De acordo com o presidente da Companhia, Maximiliano Martinhão, com a prestação dos serviços, a Telebras estará contribuindo com as ações do Ministério da Justiça através da modernização da comunicação do sistema penitenciário e no combate integrado às organizações criminosas.

As comunicações avançadas, disponibilizadas pela Telebras, permitem ao Ministério da Justiça uma evolução tecnológica nos sistemas de segurança das penitenciárias. Os serviços da Companhia vão permitir, ainda, a reabertura dos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCR), do Plano Nacional de Segurança Pública, divulgado em fevereiro desse ano.  A proposta dos Centros é buscar a integração, a coordenação e a cooperação entre governo federal, Estados e sociedade.

A Telebras vai fornecer ao MJ a rede de comunicação de dados, privativa, que permite o tráfego de dados, voz e imagem entre o MJ e as Penitenciárias Federais, além do ponto de presença em cada unidade da federação e acesso à internet.

Para as penitenciárias será utilizado o SGDC como uma rede backup de comunicação.

“O Ministério da Justiça pode contar com a Telebras para ser reconhecido pela sociedade como protagonista no alcance de níveis adequados na defesa da cidadania, na proteção dos direitos e na implantação de uma política integrada de segurança pública.  Para a Companhia, essas razões justificam a missão da Telebras, que é a de agregar e somar na vida dos brasileiros”, conclui o presidente.

Ações gerais do Plano Nacional de Segurança Pública

– Implantação de Núcleos de Inteligência Policial (NIPO) nos 26 Estados e no Distrito Federal, com participação conjunta dos setores de inteligência das Polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar, Ministério Público e do sistema penitenciário.

– Implantação e/ou interligação de sistemas de videomonitoramento nos Estados e municípios, nos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCRs), nos Centros de Operação estaduais ou nos COPOMs, com a participação de todas as agências de segurança e as principais administrativas.

– Compartilhamento de informações georreferenciadas das câmeras de Estados e Municípios.

– Padronização Nacional dos principais tópicos de Registros de
Ocorrências (PPe) e informatização de todos os dados, com
atualização constante dos locais com maior incidência criminal.

– Compartilhamento entre as forças de segurança, via Centros
Integrados de Comando e Controle (CICCs), de informações
obtidas pelo Disque-denúncia.

– Compartilhamento de dados de inteligência decorrentes de
operações conjuntas.

– Ampliação dos radares ALERTA BRASIL: mais 837 câmeras da PRF, chegando a 935.

– Integração do sistema Alerta Brasil com os sistemas estaduais de identificação de veículos.

 
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