Roadshow do SGDC pavimenta o caminho dos interessados em participar do Chamamento Público de capacidade em banda Ka do satélite brasileiro

4 de agosto de 2017

Roadshow do SGDC da Telebras, em Nova Iorque, nesta sexta-feira, 04/07 (Foto: Mónica Félix)

Nova Iorque, 04 de agosto – Os resultados positivos verificados com o roadshow após o encerramento de sua terceira e última edição, que ocorreu no final da tarde do dia 04 de agosto, em Nova Iorque, EUA, demonstram que a Telebras está no caminho certo ao apresentar às operadoras, investidores e empresas do setor de telecomunicações via satélite as oportunidades de negócios relacionadas à cessão de capacidade em banda Ka do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, o SGDC.

Após a publicação do Edital de Chamamento Público nº 02/2017 em 14 de julho, a iniciativa de promover as três edições do roadshow, a primeira em São Paulo (27 de julho), a segunda em Londres (01 de agosto), e a terceira em Nova Iorque (04 de agosto), se deu visando promover um amplo debate e esclarecimentos de dúvidas sobre o modelo de seleção de empresas parceiras para prestação de serviços de telecomunicações utilizando a capacidade do SGDC. A oferta pública de capacidade é um processo transparente e isonômico para alcançar os objetivos da Telebras, do projeto SGDC e do Programa Nacional de Banda Larga, o PNBL.

Ao todo, cerca de 120 executivos de 30 empresas convidadas participaram de modo presencial ou por meio de acesso remoto das apresentações realizadas pela comitiva da Telebras para demonstrar a importância e relevância da capacidade do SGDC no mercado brasileiro.

Presidente interino da Telebras, Jarbas Valente (Foto: Divulgação)

Na primeira edição do roadshow, em São Paulo, representantes da Telebras, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Ministério do Trabalho esclareceram aspectos relevantes do procedimento aos interessados. Foram inúmeras perguntas e contribuições recebidas das diversas operadoras, provedores de serviços e empresas fornecedoras de equipamentos e de consultoria, no evento aberto pelo Ministro Gilberto Kassab.

Logo em seguida, nas edições internacionais do roadshow, em Londres e em Nova Iorque, foi possível confirmar o interesse das empresas estrangeiras, esclarecendo os procedimentos contidos no Edital e seus anexos.

O presidente interino da Telebras, Jarbas Valente, abriu a série de apresentações em Londres e Nova Iorque, traçando o perfil do mercado brasileiro de telecomunicações, descrevendo o crescimento do número de acessos à internet no Brasil, bem como a perspectiva de oferta de banda larga por meio do SGDC. “Saímos desse roadshow com a certeza de que avançamos significativamente no entendimento, pelos interessados, dos documentos que compõem esse Chamamento Público”, ressalta Jarbas Valente.

O diretor de Banda Larga do MCTIC, Artur Coimbra, apresentou o cenário de infraestrutura de banda larga no Brasil, destacando o potencial de demanda existente para serviços de telecomunicações em banda larga via satélite, “a qual o SGDC se propõe a atender”.

José Franco de Morais, subsecretario de Divida Pública do Tesouro Nacional, representando o Ministério da Fazenda, apresentou, em Nova Iorque, o panorama atual da economia brasileira, enfatizando as iniciativas do governo para melhorar os fundamentos macro e microeconômicos, visando a retomada do crescimento econômico do país.

As principais dúvidas jurídicas acerca do chamamento público puderam ser esclarecidas nas apresentações da gerente jurídica da Telebras, Isabel Luiza dos Santos, e do advogado, Marcelo Lindoso Baumann. Para Isabel, “após a consulta pública, a documentação do Chamamento Público foi aperfeiçoada, majorando a segurança jurídica para todos os atores envolvidos no procedimento”. Marcelo acrescenta que “além das questões técnicas e comerciais, o roadshow foi importante para reduzir as inseguranças dos interessados sobre o Chamamento Público, o PNBL e o SGDC”.

Responsável pelo detalhamento do Chamamento Público, o gerente de Tecnologia e Soluções Satelitais da Telebras, Bruno Henriques, detalhou minuciosamente as etapas do procedimento, desde a fase de apresentação das propostas comerciais, até a análise da documentação e adjudicação da empresa vencedora, de ambos os lotes, 1 e 2.

Além dos representantes da Telebras e dos Ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, da Fazenda e do Trabalho, participaram das edições do roadshow, de modo presencial ou remoto, as seguintes empresas: Advantech, AOneSat, BT, Claro, Comsys, Echostar, Ellalink, Embratel, Gilat Satellite Networks, Hispamar, Hughes, Intelsat, Media Networks, Mundie Advogados, Newtec, Oi, Padtec, SES Mobility, Star One, TIM, Thales Group, Thales Alenia Space, Telefonica, Telefonica International Wholesales, Telespazio, Telesat, ViaSat, Visiona e Yahsat.

Telebras é pioneira em implementação de metodologia que otimiza prazos, custos e qualidade de grandes projetos

21 de junho de 2017

Empresa é precursora na implementação do sistema do início ao fim da obra. “É algo inovador e também desafiador, porque ninguém fez isso antes, dessa forma. Nossas obras estão servindo de estímulo para que o Governo procure implementar o BIM na construção de outras infraestruturas de missão crítica, como é o caso do projeto SGDC”, afirma João Luiz Ramalho, Assessor Técnico da Gerência de Tecnologia e Soluções Satelitais da Telebras

No Rio de Janeiro, as obras do COPE-S também estão em andamento. 1.200 pranchas de desenho detalham as instalações

O SGDC entrou em órbita em meados do mês passado e passa pela primeira bateria de testes. Aqui na terra, as construções dos dois Centros de Operações e das Estações Terrestres já começaram e trazem uma inovação na área de tecnologia no Brasil: são as primeiras instalações totalmente modeladas em Building Information Modeling (BIM). Com isso, a Telebras está empenhando o máximo de segurança física e logística que as operações do SGDC demandam. A tecnologia BIM foi adotada pela empresa, pioneira no Brasil através dos projetos dos COPE-P e S e das Gateways.

“O BIM serve para definir o escopo do projeto ao longo do tempo. Você sabe exatamente o que fazer, como e quando vai entregar”, explica João Luiz Ramalho, Assessor Técnico da Gerência de Tecnologia e Soluções Satelitais. Cada elemento do projeto possui uma biblioteca digital particular, com as especificações de origem, materiais, funcionamento, manutenção e todos os processos relacionados a ele. O cruzamento das informações permite antecipar problemas na hora da construção e na elaboração de uma modelagem 3D precisa.

“Na construção você insere uma quarta dimensão, que é o tempo, e divide o projeto em várias atividades de acordo com a prioridade”, acrescenta o Assessor. Ramalho explica que, quanto mais específico for o planejamento, mais preciso é o seu orçamento e a expectativa de conclusão. “O BIM ajuda na aquisição do projeto, que precisa ser licitado, na implementação da obra por parte da empresa contratada, e na fiscalização de forma muito mais eficiente”, enumera o Assessor. “Evita o retrabalho, o desperdício e ajuda a otimizar o tempo”, conclui Ramalho.

Gestão
O BIM não se limita ao planejamento e construção das obras. A metodologia se estende à gestão das instalações durante seu funcionamento. É a chamada sexta dimensão. “Se eu tenho um elevador que precisa ter uma manutenção a cada seis meses, por exemplo, eu recebo uma notificação quando estiver próximo da data”, esclarece Ramalho. Todas as informações são armazenadas e interligadas a outros processos das instalações.

Missão crítica
Missão crítica compreende a gestão de processos de tecnologia que exige um padrão muito específico de engenharia, bem como disponibilidade, confiabilidade e gestão de riscos, de forma que estrutura continue em funcionamento mesmo que componentes internos ou externos apresentem alguma falha. A tecnologia BIM veio para apoiar a missão crítica, criando digitalmente modelos virtuais e precisos de uma construção, minimizando os riscos de falhas e evitando o defeito, pressupostos da disponibilidade e confiabilidade necessários para o projeto SGDC.


O COPE-P em Brasília contará com 14 mil m² de área construída e painéis fotovoltaicos para captação de energia solar. O projeto tem 5 mil páginas de especificações técnicas


Prévia de como ficarão as instalações do COPE-P quando concluídas, de acordo com a modelagem pelo BIM

Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

 

Thales Alenia Space: il satellite brasiliano SGDC è pronto essere inviato alla base di lancio di Kourou

3 de fevereiro de 2017

Thales Alenia Space ha siglato il contratto per la realizzazione del satellite SGDC con Visiona (joint venture tra Embraer e Telabras ) alla fine di 2013

Photo by Visiona

Il satellite SGDC (Geostationary Defence and Strategic Communications Satellite), ad uso duale (civile e militare) realizzato da Thales Alenia Space, joint venture tra Thales 67% e Leonardo 33%, per il governo brasiliano, è pronto essere consegnato alla rampa di lancio di Kourou, in Guyana francese, da dove sarà lanciato il prossimo Marzo a bordo di un razzo Ariane 5.

Thales Alenia Space ha siglato il contratto per la realizzazione del satellite SGDC con Visiona (joint venture tra Embraer e Telabras ) alla fine di 2013. Questo programma riveste un ruolo chiave nel piano di sviluppo spaziale dell’Agenzia Spaziale Brasiliana (AEB), e rispetta, al contempo, gli indirizzi strategici del Ministero della Difesa. Il progetto si pone due obiettivi fondamentali: l’implementazione di un sistema di  comunicazione sicuro satellitare per la Difesa e per il governo brasiliano e il supporto dello sviluppo del Piano Nazionale di banda larga – National Broadband Plan (PNBL), coordinato da Telebras in qualità di operatore che mira a ridurre il divario digitale del paese. Il programma SGDC è parte integrante della strategia del Brasile di rafforzare la propria autonomia e sovranità.

L’Agenzia Spaziale brasiliana e Thales Alenia Space hanno siglato anche un Memorandum di intesa (MoU) relativo ad un ambizioso programma di trasferimento di tecnologia, progettato per supportare lo sviluppo  del programma  spaziale brasiliano.

La partnership vincente tra Thales Alenia Space e il Brasile ha portato ottimi risultati:

  • Thales Alenia Space  ha costituito una sua unità nel parco tecnologico di San José dos Campos in Brasile, per lavorare in stretta collaborazione con i suoi  clienti e partner locali.
  • Ha raggiunto il suo obiettivo in merito al trasferimento di competenze: circa 30 ingegneri brasiliani, infatti, sono stati formati in tutte le tecniche di ingegneria spaziale, supervisionati da team di programma di  Thales Alenia Space.
  • Sono in corso altri contratti per il trasferimento di competenze con altre industrie brasiliane che permetteranno alle aziende brasiliane di essere coinvolte nei progetti spaziali futuri.

Thales Alenia Space è responsabile della realizzazione del satellite basato sulla piattaforma Spacebus 4000, della formazione approfondita per gli operatori brasiliani, del posizionamento orbitale, collaudo di accettazione in orbita e supporto operativo, oltre che di un segmento di terra completo per controllo satellite e missione. In particolare in Italia è stata sviluppata la stazione GBB (Ground Military Base band) per il trasferimento dei comandi da terra a bordo e la ricezione a terra dei dati telemetrici, oltre alla  fornitura delle componenti  di bordo del Sottosistema di telemetria, Tracking e Comando, e le unità relative ai trasmettitori e trasponder.

Artigo retirado do Site Italiano MeteoWeb disponível em: http://www.meteoweb.eu/2017/02/thales-alenia-space-il-satellite-brasiliano-sgdc-e-pronto-essere-inviato-alla-base-di-lancio-di-kourou/848300/#PdymbcYBYrUmlgSU.99