Telebras é certificada pelo salto no Indicador de Governança das Estatais

29 de novembro de 2018

Os resultados da 3ª Certificação do Indicador de Governança IG-SEST, instrumento de acompanhamento contínuo da governança das Empresas Estatais Federais de controle direto da União, foram divulgados pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP).

Neste terceiro ciclo, as regras foram mais rígidas. O questionário para avaliação contou com 25 questões inéditas de um total de 50 questões e aumentou para 54 o número de empresas estatais avaliadas. A média das notas das estatais subiu de 6,93 pontos no segundo ciclo para 7,00 pontos neste terceiro ciclo.  A Telebras, que na segunda avaliação teve 6,1 de nota final, avançou para expressivos 7,24 pontos (vide gráfico abaixo).

A cada três meses, a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST/MP) mede as melhorias das empresas estatais utilizando como instrumento de controle contínuo o Indicador de Governança – IG-SEST, em cumprimento aos requisitos exigidos pela Lei nº 13.303/2016 (denominada Lei das Estatais) e diretrizes estabelecidas nas Resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União, que buscam implementar as melhores práticas de mercado e maior nível de excelência em governança corporativa nas Empresas Estatais Federais.

A metodologia aplicada é composta pelas seguintes dimensões: gestão, controle e auditoria; transparência das informações e, por fim, conselhos, comitês e diretoria. Segundo a metodologia, a partir de resultados apresentados no período são aferidas notas de classificação e certificação da empresa.

Para o diretor de Governança da Telebras, Rômulo Barbosa, essa avaliação do Indicador de Governança demonstra a capacidade que os colaboradores têm de superação e trabalho e aponta que a Companhia está totalmente integrada à Lei das Estatais. “Este salto qualitativo é exemplo de determinação de cada um, dos gerentes e dos diretores em potencializar a gestão, o desempenho operacional e a sustentabilidade da Telebras”, completou o diretor.

Telebras comemora 46 anos de história

9 de novembro de 2018

Há 46 anos nascia a Telebras, a empresa que tem a missão de fomentar e difundir o uso e o fornecimento de bens e serviços de tecnologias de informação e comunicação no Brasil. O aniversário da empresa foi comemorado nesta sexta-feira, 9, em cerimônia especial para os colaboradores no auditório do Ministério do Esporte, com transmissão ao vivo pelo YouTube.

Na oportunidade, o presidente da Telebras, Jarbas Valente, relembrou a história da Companhia, que teve início com o desafio de integrar operadoras de comunicação. “Criamos um padrão de comunicação para a população”, disse.

“A estrutura regulatória da Telebras a colocou como uma empresa estratégica de Estado, fornecendo segurança nas comunicações por meio de provedores, independente da rede que será utilizada. Estamos falando de tecnologia nacional, com algoritmos criados pela Abin [Agência Brasileira de Inteligência], garantindo informações seguras em qualquer lugar do Brasil”, acrescentou Jarbas Valente.

Além da Diretoria Executiva da empresa, também marcou presença na cerimônia o presidente do Conselho de Administração da Telebras, Maximiliano Martinhão. Ele enfantizou os projetos que a Telebras tem feito e a atuação do governo federal para garantir os investimentos nas atividades da empresa. “Quando o Conselho [de Administração] olha para a Diretoria Executiva e para o corpo funcional, vê uma competência construída ao longo desses 46 anos. São pessoas que assumiram a responsabilidade de ampliar a banda larga. É possível ver com clareza a vontade de todos em fazer a Telebras acontecer”, concluiu.

Pioneirismo e estratégia

Para o presidente, a Telebras ocupa um papel fundamental como empresa de mercado que desenvolve papel estratégico de negócios. “É por isso que estamos atuando em todas as frentes: terra (Rede Terrestre de Fibra Óptica), céu (Satélite Geoestacionário Brasileiro) e mar (Cabo Submarino).

Avanços

Por mais de quatro décadas, a Telebras tem investido em infraestrutura tecnológica e processos para melhoria das atividades. Na segunda-feira, 6 de novembro, o Centro de Operações Espaciais Principal (COPE-P), de Brasília, recebeu o prêmio de “Melhor Prestação de Serviço Digital no Setor Público” na edição latinoamericana do DataCenter Dynamics Awards 2018.

Além de ganhar o “Oscar” da indústria de data center, as ações de destaque da empresa incluem a ampliação da rede de fibras ópticas e o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC 1), cujo objetivo é atender 100% o mercado de governo e também a sociedade. “Ao todo, serão três satélites responsáveis por levar internet banda larga para todos os cantos do país, auxiliando na saúde, na educação, na economia, na segurança e no acesso à informação”, disse Jarbas Valente.

O processo licitatório da parte terrestre do SGDC envolveu mais de 35 licitações e cerca de 450 milhões de investimento. “Todos os prazos foram cumpridos com lisura de contratos. Todos os contratos foram tratados om muita transparência e tranquilidade, sem nenhum aditivo contratual”, explicou Jarbas Valente.

Além disso, a Telebras também está negociando o Cabo Submarino Brasil-Europa, que atenderá a demanda por neutralidade de dados da internet e ampliará a distribuição do sinal nas regiões brasileiras. Atualmente, o quadro da empresa conta com 380 profissionais atuando em Brasília (DF), Belém (PA), Fortaleza (CE), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS).

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Telebras discute no Futurecom a Importância dos Satélites no Processo de Entrega do 5G e de Dispositivos Interconectados

17 de outubro de 2018

 

O diretor Técnico-Operacional da Telebras, Roberto Pinto Martins, participa ao lado de Lisa Scalpone, vice-presidente de Serviços Internacionais da ViaSat e Gerente Geral – Brasil, no painel “Examinando a Importância dos Satélites no Processo de Entrega do 5G e de Dispositivos Interconectados”, nessa quarta-feira, 17, das 15h35 às 17h10, na Arena Mauá 1 do Futurecom 2018, no São Paulo Expo. A mediação é do professor e ex-conselheiro da Anatel, José Leite Pereira Filho. Dentre outros pontos, Roberto Matins abordará em sua exposição uso do satélite para a oferta de soluções em 5G.

Também participam do painel o diretor geral da Telesat Brasil, Mauro Wajnberg, o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Embratel Star One, Fabio Alencar e o superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Vitor Elisio de Oliveira.

Abertura

Os ministros da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge de Lima, participaram da solenidade de abertura do Futurecom 2018 na noite da última segunda-feira, 15, ao lado dos presidentes das operadoras de Telecomunicações e do presidente da Anatel, Juarez Quadros. A Diretoria Executiva da Telebras prestigiou a abertura do Futurecom 2018, que completa, este ano, 20 anos de existência.

A exemplo de anos anteriores, a Telebras está presente no Futurecom 2018 com estande de 55 m². Este ano, a Telebras divide esse espaço com a empresa ViaSat, na rua E (estande E 14) do pavilhão de exposições. Pouco antes do início da solenidade de abertura, o ministro Gilberto Kassab e o secretário de Políticas Digitais do MCTIC, Thiago Camargo Lopes, visitaram o estande da Telebras, onde foram recebidos pelo presidente Jarbas Valente, pelos diretores Técnico-Operacional, Roberto Martins, Comercial, Alex Magalhães, de Governança, Rômulo Barbosa, pelo gerente de Vendas e pelo coordenador de Novas Soluções, Daucleber José Teodoro e Cleber Canovas Mendes, respectivamente, e pelo chefe de Gabinete, Luiz Fernando Ferreira Silva.

 

Telebras dá um salto na avaliação de Governança das Estatais

11 de maio de 2018

Acaba de ser divulgado, em solenidade realizada no Ministério do Planejamento, o resultado do segundo ciclo do Indicador de Governança, da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais – IG-SEST, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

A Telebras, que na primeira avaliação estava no 4º nível, com nota de 2,41 passou, nesta etapa, para o 2º nível, com 6,1 de nota. Esta avaliação é um instrumento de acompanhamento contínuo, que tem o objetivo de avaliar o cumprimento dos requisitos exigidos pela Lei nº 13.303/2016 (denominada Lei das Estatais) e diretrizes estabelecidas nas Resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União, que buscam implementar as melhores práticas de mercado e maior nível de excelência em governança corporativa.

As avaliações foram feitas dentro de três dimensões. A de ‘Gestão, Controle e Auditoria’ envolve a remuneração variável para diretores, Gestão de  Riscos, Controles Internos, Auditoria Interna, Código de Conduta e Integridade e Fiscalização da Governança. Neste quesito, a Telebras avançou da nota 3,79 para a nota 5,67.

Na dimensão ‘Transparência das Informações’, foram levados em conta os requisitos mínimos de transparência. Neste caso a Companhia quase que triplicou sua finalidade, saltando da nota 1,56 para 4,06.

E a terceira dimensão é a dos ‘Conselhos, Comitês e Diretorias’, que avalia treinamento para administração e conselheiros, comitês, requisitos e vedações e membros independentes. A nota foi a máxima nesta etapa de trabalhos: 10. Na anterior a nota havia ficado em 0,94. Este salto quantitativo verificado demonstra  a determinação dos colaboradores, gerentes e diretores em potencializar a gestão, o desempenho operacional e a sustentabilidade da Telebras.

“Passamos do 4º para o 2º nível e a meta é chegar ao primeiro nível até o fim do ano. E depois do primeiro? Nós queremos ter a melhor Governança entre todas as estatais do Brasil”, enfatiza Rômulo Barbosa, diretor de Governança da Telebras.

Para o presidente, Jarbas Valente, a nova avaliação do Indicador de Governança demonstra que a Companhia está no caminho certo e totalmente integrada à Lei das Estatais. “A excelência segue como prioridade para a Diretoria Executiva da Telebras. Nossa meta é a nota máxima em todas as dimensões e essa nova avaliação já demonstra isso. Estamos satisfeitos com os resultados já obtidos em tão pouco tempo. Cumprimentos à Diretoria de Governança e a todos os colaboradores que se envolveram na busca deste resultado”, ressalta.

Escultura do SGDC-1 é inaugurada na Agência Espacial Brasileira

22 de março de 2018

Foi inaugurada na manhã desta terça-feira (20), em Brasília, a escultura do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC-1). A peça é de autoria do paraibano Percival Henriques, presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital (ANID). A solenidade contou com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, do presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, da Diretoria Executiva da Telebras e do presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Braga Coelho.

Percival também é empresário, físico e bacharel em Direito. Foi diretor técnico do Inmetro/Imeq na Paraíba e é especialista em gestão pública. A escultura do SGDC-1 foi doada à Agência Espacial Brasileira (AEB) pelo artista, após indicação do presidente da Telebrás, Maximiliano Martinhão.

Durante a solenidade, o Ministro Kassab ressaltou o impacto positivo do SGDC na vida cotidiana das pessoas, aumentando a oferta de banda larga para regiões remotas do Brasil e proporcionando segurança estratégica nas comunicações.  Registrou a importância de simbolismos como a escultura para celebrar os esforços dedicados à construção de um país melhor, acrescentando que a obra operava como um marco. “A escultura demonstra aos brasileiros que aqui se trabalha muito”, disse.

A escultura

A escultura pesa 122 kg, e tem 1,60 cm de altura com 3,20 de diâmetro. É composta por dois domos geodésicos sobrepostos construídos com tubos de aço carbono galvanizados. Entre os dois domos foi colocada uma réplica do SGDC, feita de chapa de aço carbono, e preparada com um jateamento de microesferas de aço para receber nanopartículas de zinco, por meio de uma técnica chamada arc spray, que evita a corrosão.

Segundo Percival, a ideia geral da obra, além da representação literal da Terra, da abóboda celeste e do próprio satélite, é que ela seja um tributo à Matemática e, sobretudo, aos homens e mulheres escondidos atrás de cada equação que garantiu o suporte objetivo à manutenção em órbita e operação do SGDC.

Colaboração do Release: Coordenação de Comunicação Social da AEB

 
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