“Temos que aproveitar este momento tecnológico para desenvolver produtos no Brasil”, diz Maximiliano Martinhão, em assinatura de acordo para unidade de semicondutores

6 de fevereiro de 2018

O presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, e o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, participaram, nesta segunda-feira (5) da assinatura de acordo de joint venture das fabricantes de semicondutores Qualcomm e USI para instalar, em São Paulo, uma fábrica de chips para smartphones e dispositivos de “internet das coisas”.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, o Brasil carece da indústria de IoT e uma fábrica na área de semicondutores pode trazer muitos benefícios, pois tem o viés de promover a pesquisa e o desenvolvimento no país. “O mercado de IoT no Brasil está crescendo em uma velocidade muito rápida. Temos que aproveitar este momento tecnológico para desenvolver produtos aqui. Existe uma expectativa de que até 2025 este nicho vai gerar ao país, U$ 200 bilhões. A partir da riqueza que existe em todo este mercado, o Brasil está atraindo investimentos e desenvolvimento tecnológico, além de equilíbrio na balança comercial”, enfatizou Max.

Durante o evento, Kassab destacou a retomada dos investimentos estrangeiros no país. “Que essa parceria sirva de incentivo aqueles que estão na iminência de iniciar novos projetos. É hora de o Brasil crescer. Chegou o momento de acreditarmos no país e gerarmos mais empregos”.

Com previsão de investimentos de US$ 200 milhões, a nova fábrica deve começar a operar a partir de 2020 e deve gerar entre 800 e 1 mil empregos qualificados. A estimativa para início da operação coincide com o prazo para execução do Plano Nacional de Internet das Coisas, projeto do para alavancar o setor, que deve conectar todos os objetos à nossa volta, no Brasil.

“Cada vez mais, as pessoas e os empresários voltam a acreditar no Brasil. O que acontece aqui é o início de um grande projeto que trará não apenas tecnologia, mas formará recursos humanos dentro e fora do Brasil para que a gente possa introduzir o que há de mais necessário para desenvolver o país”, declarou Kassab.

O local de instalação da planta ainda não está definido, mas de acordo com Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm para a América Latina, provavelmente a fábrica ficará na região de Campinas, no interior de São Paulo.

EFICIÊNCIA E PLANEJAMENTO

23 de janeiro de 2018

Obras pertencentes ao Projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação Estratégica – SGDC – encontram-se dentro do cronograma planejado

Os Centros de Operações Espaciais (COPEs) estão com as obras adiantadas. O modelo de gestão executado servirá de base para futuras auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas da União – TCU – em obras do poder público. A ferramenta BIM –Building Information Modeling, em português, Modelagem da Informação da Construção, influenciou no sucesso desse planejamento. O sistema permite prever os pontos críticos com o cruzamento de informações de arquitetura integrada à engenharia e à sustentabilidade, pois elimina desperdícios de material e retrabalhos.

A obra é gerida por uma equipe de oito engenheiros da Telebras e está sendo um desafio para todos os envolvidos, por seu alto grau de complexidade e criticidade.

COPE-P

O projeto arquitetônico do COPE-P foi concebido para lembrar o formato de um satélite e já conta com a antena principal posicionada em local definitivo. A estrutura contempla um banker para acomodação da área de data center com resistência contra choques balísticos, situações de ataque ou imprevistos da natureza.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, é um desafio para a Companhia colocar em prática uma obra desta dimensão. “Tirar do papel é missão para quem acredita definitivamente em seus projetos. A Telebras tem essa ótica diante do SGDC e do projeto como um todo. A parte terrestre é fundamental e também complexa, em termos de segurança, estrutura e funcionalidade. Diante do cenário atual de recursos disponíveis, podemos dizer que a Companhia está sendo ousada e corajosa. É uma execução de duração centenária que ficará para o país, como uma obra de extrema importância para o Projeto SGDC e para a Telebras. O NOC, por exemplo, será transferido para o Cope P, e contará com uma estrutura quatro vezes maior que a atual”, diz Max.

A área do Centro Integrado de Gerência de Rede (CIGR), que controla todo o gerenciamento de rede da Telebras, que hoje conta com 24 posições, dobrará de tamanho no novo bloco operacional.

COPE-S

O Centro de Operações Espaciais Secundário, COPE-S, considerado o backup da operação terrestre do Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas, o SGDC, também está em fase adiantada de construção. A obra ocupa mais de sete mil metros quadrados da área da Marinha.

“É com expectativa que visualizamos a conclusão adiantada de mais este projeto. O sucesso no andamento das obras se deve muito ao controle rigoroso de prazos e gastos de nossos profissionais”, lembra Martinhão.

 Gateways

As Gateways são estações que fazem a interconexão entre o Satélite e os clientes. São estações do segmento solo do SGDC, assim como os Centros de Operações Espaciais (COPE’s), que ficam em Brasília e no Rio de Janeiro. Sem as Gateways se torna impossível o atendimento aos clientes, pois as estações são imprescindíveis para levar internet aos lugares de difícil acesso.

A previsão é de que as Gateways de Florianópolis, Salvador e Campo Grande sejam concluídas até março de 2018. Os COPEs de Brasília e Rio de Janeiro também exercerão essa função de interconexão, já em condições de operação pelas estruturas provisórias.

Estações CMS

As oito Estações CMS – Carrier Monitoring System- (em português: Sistema de Monitoramento de Tráfego) espalhadas por locais estratégicos do território nacional estão concluídas e com equipamentos instalados. Elas servem para realizar a telemetria do SGDC.

Visitas

Os assessores da presidência, Leonardo Zago, Marcus Fabricio Borghezani e Gregory Bunn visitaram as obras do COPE-P na última quinta-feira, 17 de janeiro. Foram recepcionados pelos engenheiros Rodrigo Machado e João Luiz Ramalho.

Na ocasião percorreram toda a obra e ficaram impressionados com a grandiosidade e grau de eficiência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ministério da Justiça terá Telebras como aliada na modernização do sistema penitenciário e no apoio ao combate integrado às organizações criminosas

15 de dezembro de 2017

“Melhoria dos serviços tecnológicos do Ministério da Justiça trará ganhos na execução das responsabilidades do Órgão Público. Sai beneficiada a sociedade, tão carente de proteção, que terá agilidade no processo de melhoria da segurança publica”, diz Max

A Telebras está concluindo 2017 com mais um importante projeto com o Governo Federal. O novo parceiro é o Ministério da Justiça.  De acordo com o presidente da Companhia, Maximiliano Martinhão, com a prestação dos serviços, a Telebras estará contribuindo com as ações do Ministério da Justiça através da modernização da comunicação do sistema penitenciário e no combate integrado às organizações criminosas.

As comunicações avançadas, disponibilizadas pela Telebras, permitem ao Ministério da Justiça uma evolução tecnológica nos sistemas de segurança das penitenciárias. Os serviços da Companhia vão permitir, ainda, a reabertura dos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCR), do Plano Nacional de Segurança Pública, divulgado em fevereiro desse ano.  A proposta dos Centros é buscar a integração, a coordenação e a cooperação entre governo federal, Estados e sociedade.

A Telebras vai fornecer ao MJ a rede de comunicação de dados, privativa, que permite o tráfego de dados, voz e imagem entre o MJ e as Penitenciárias Federais, além do ponto de presença em cada unidade da federação e acesso à internet.

Para as penitenciárias será utilizado o SGDC como uma rede backup de comunicação.

“O Ministério da Justiça pode contar com a Telebras para ser reconhecido pela sociedade como protagonista no alcance de níveis adequados na defesa da cidadania, na proteção dos direitos e na implantação de uma política integrada de segurança pública.  Para a Companhia, essas razões justificam a missão da Telebras, que é a de agregar e somar na vida dos brasileiros”, conclui o presidente.

Ações gerais do Plano Nacional de Segurança Pública

– Implantação de Núcleos de Inteligência Policial (NIPO) nos 26 Estados e no Distrito Federal, com participação conjunta dos setores de inteligência das Polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar, Ministério Público e do sistema penitenciário.

– Implantação e/ou interligação de sistemas de videomonitoramento nos Estados e municípios, nos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCRs), nos Centros de Operação estaduais ou nos COPOMs, com a participação de todas as agências de segurança e as principais administrativas.

– Compartilhamento de informações georreferenciadas das câmeras de Estados e Municípios.

– Padronização Nacional dos principais tópicos de Registros de
Ocorrências (PPe) e informatização de todos os dados, com
atualização constante dos locais com maior incidência criminal.

– Compartilhamento entre as forças de segurança, via Centros
Integrados de Comando e Controle (CICCs), de informações
obtidas pelo Disque-denúncia.

– Compartilhamento de dados de inteligência decorrentes de
operações conjuntas.

– Ampliação dos radares ALERTA BRASIL: mais 837 câmeras da PRF, chegando a 935.

– Integração do sistema Alerta Brasil com os sistemas estaduais de identificação de veículos.

Eletrosul testa Satélite da Telebras para otimizar a comunicação entre as Centrais Elétricas da Estatal

“A Companhia, através do SGDC, está pronta para contribuir como facilitadora dos processos de gestão em telecomunicações”, enfatiza Max

Um passo importante para que haja comunicação entre as Centrais Elétricas. É com este foco que a Eletrosul fechou parceria com a Telebras. O SGDC, Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas será responsável pela comunicação de dados entre a sede e as centrais elétricas da empresa. Os testes iniciam na próxima segunda-feira, 18.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, a contribuição do SGDC para o país é abrangente e fundamental em todas as áreas que necessitam de tecnologia. “A Eletrosul, por exemplo, é a empresa responsável por aproximadamente 10% do sistema de transmissão do País. Contribuir para o bom andamento deste serviço é também nosso papel como provedores de telecomunicação. A Companhia, através do SGDC, está pronta para colaborar como facilitadora dos processos de gestão em telecomunicações”, lembra Martinhão.

Mais eficiência, agilidade e confiabilidade para o sistema elétrico

A pareceria tem como meta reforçar o sistema redundante de fibra óptica, aumentando a eficiência, a rapidez na detecção de problemas e a confiabilidade do sistema elétrico.

O objetivo inicial é alcançar teleassistência em tempo real entre a sede operacional da Eletrosul em Florianópolis (SC) e sua Subestação na cidade de Ivinhema (MS)

Após a conclusão da fase experimental está prevista a expansão da teleassistência via Satélite para outros Centros de Operação, que são responsáveis pela gestão ininterrupta do sistema de transmissão da empresa.

“Hoje, a Eletrosul é referência nacional em teleassistência na operação de ativos do setor elétrico, com sistemas ópticos, redundantes e de sua propriedade. Com a incorporação da tecnologia de comunicação via Satélite, proporcionaremos maior robustez ao sistema de operação remota, eliminando os riscos de falhas na conexão com os ativos de transmissão da empresa”, destaca o diretor de Operação da Eletrosul, Rogério Bonini Ruiz.

Associação Brasileira das Empresas de Software presta homenagem ao presidente da Telebras

12 de dezembro de 2017

Na noite desta segunda-feira, 11, o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, foi nomeado embaixador honorário da Abes, Associação Brasileira das Empresas de Software. Foi durante a confraternização da entidade, em São Paulo.

Na homenagem, assinada pelo presidente da Diretoria da Abes, Francisco Camargo e pelo presidente do Conselho da Associação, Jorge Sukarie, Maximiliano é reconhecido pela sua história de apoio ao setor de tecnologia da informação e à transformação digital do Brasil. Na ocasião, a Abes falou em nome do Movimento Brasil, País Digital.

Motivos a mais para galgar novas conquistas

“As telecomunicações e as Tecnologias da Informação (TI) se tornaram parte da palavra ‘sucesso’ e é isso que buscamos fazer diariamente. Atuar nesta área é um desafio, pois as informações se renovam a cada instante. A Abes e seus associados acompanham esta inovação. Tenho ainda mais motivos para me dedicar e fazer jus ao título recebido. Recebo a homenagem com alegria e entusiasmo”, diz Martinhão.

 
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