Telebras presente mais uma vez na Campus Party Bahia

21 de maio de 2018

Encerrou neste domingo (20), com a participação da Telebras, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC, a segunda edição da Campus Party Bahia. A programação foi realizada mais uma vez na Arena Fonte Nova e teve cinco dias de duração.

No sábado (19), o técnico em Gestão de Telecomunicações da Telebras, Vitor Costa, palestrou no Palco Enterpreneurship&Startup sobre como abrir um provedor de internet. “Sua internet não te atende? Abra seu próprio provedor.”

Na oportunidade, Vitor abordou o panorama atual da internet no Brasil. Com um público muito diversificado, a palestra abordou desde o que é a internet e como ela funciona até como abrir um CNPJ, registro na Anatel, equipamentos e desafios do mercado.

“A palestra desse ano foi muito interessante. Tivemos perguntas de profissionais da área e de pessoas que não são do meio, mas que tem interesse em aprender. O público faz a diferença na hora da apresentação”, disse. A palestra pode ser assistida na íntegra no Canal do YouTube da Campus Party.

Sobre a Campus Party

A Campus Party é a maior experiência tecnológica do mundo que reúne jovens geeks em um festival de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e universo digital. Realizada pela primeira vez em 1997, na Espanha, a Campus Party conta hoje com mais de 475 mil campuseiros cadastrados em todo mundo, e já produziu edições em países como Espanha, Holanda, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia e Equador. O evento está presente no Brasil há dez anos e em 2017, terá edições em Portugal, Itália, Singapura e África do Sul.

Jarbas Valente fala sobre o SGDC-1 em Audiência Pública na Câmara dos Deputados

9 de maio de 2018

A quarta-feira (9) foi de prestação de contas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Em Audiência Pública na Câmara dos Deputados, o ministro do MCTIC, Gilberto Kassab, abriu os trabalhos e apresentou os gestores das pastas que compõem o Ministério e os dirigentes das empresas vinculadas.

Jarbas Valente, presidente da Telebras, falou sobre o projeto SGDC-1. Jarbas explicou que o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas deixa um legado para as telecomunicações do país. “O satélite trará benefícios para o governo e para a sociedade brasileira, com aumento na oferta de banda larga e cobertura territorial que abrange, inclusive, a Amazônia Azul”, ressalta.

Em meio a explanação, o presidente da Companhia explicou sobre os processos licitatórios da infraestrutura que compõem o projeto satelital. Segundo ele, as obras foram realizadas sem nenhum tipo de problema, com economia aproximada de R$ 68 milhões. “A fase de projetos foi auditada pelo TCU e serviu como case para demais obras de grande parte do governo. O montante total investido em infraestrutura foi de R$ 370 milhões”, disse.

Exploração comercial

Sobre a exploração comercial do SGDC 1, Valente explicou que o chamamento Público, baseado no Art. 28 da Lei 13.303/16, a Lei das Estatais, foi realizado, com ausência de propostas, no fim do segundo semestre de 2017. “A alternativa foi o contrato associativo que se refere ao estabelecimento da parceria firmada com a norte-americana Viasat, em fevereiro de 2018, para direito de uso temporário de apenas 58% da capacidade da banda Ka, equivalente aos Lotes 1 e 2 do Edital de Chamamento Público nº 2/2017, aprovado pelo TCU.”

A parceria é resultante de escolha transparente, a partir de comparações de propostas recebidas de várias empresas com premissas estabelecidas pelo Conselho de Administração e acompanhamento pela alta administração da Telebras. Confidencialidade e sigilo foram imprimidos nas tratativas comerciais entre as partes (art. 22 da Lei 12.527/2011 e arts. 5º e 6º do Decreto 7.724/2012).

O que ganha a Telebras com o contrato associativo de parceria?

Na oportunidade Jarbas enumerou os benefícios da parceria para a Telebras. O presidente da Estatal enfatizou que a parceria com a Viasat é essencial para a implantação de projetos e programas pelo SGDC por sua singularidade.

De a acordo com Valente, entre as premissas para contratação de parceria aprovadas pelo Conselho Administrativo da Telebras, em consonância com os princípios do Edital de Chamamento Público nº 2/2017, aprovado pelo TCU,  estão: Cumprimento do PNBL em todo o Brasil; Disponibilização de 5 banda base (estações de acesso), 50 mil terminais de usuário e atendimento à demanda imediata da Telebras; Rentabilidade do projeto SGDC aderente ao plano de negócio; Contrato de longo prazo (10 anos, podendo ser renovado); Parceria com fundamento no art. 28 da Lei 13.303/16.

Para Jarbas Valente, outros aspectos positivos para esta situação são:

  • Atendimento ao Lote Telebras, tal como disposto no Edital de Chamamento Público nº 2/2017, aprovado pelo TCU, com a disponibilização de 5 equipamentos de banda base devidamente instalados e mantidos, além de 50 mil terminais do usuário (Vsat) com instalação e manutenção em qualquer ponto do território nacional;
  • Atendimento a todo mercado de Governo Federal e ao PNBL com rapidez, escala e alta utilização do SGDC, baixando preços e reduzindo desigualdades sociais;
  • Redução do Capex em mais de R$ 500 milhões, tendo em vista não necessitar de investimento em equipamentos e sistemas;
  • Redução e controle do Opex devido à padronização dos custos operacionais e sinergias na manutenção dos sites em todo o Brasil.
  • Atender clientes com qualidade, dentro dos prazos estipulados, com agilidade e qualidade e, consequentemente, com ganho de imagem; manter a soberania, pois a operação e o controle do satélite e da rede terrestre sempre serão da Telebras; ganhar conhecimento, com transferência de conhecimento e know-how, reduzindo riscos operacionais; e rentabilizar o SGDC-1, com viabilidade econômico financeira do projeto aderente ao plano de negócio”.

Ação Judicial

Na data de ontem (8) a Procuradoria Geral da República, na pessoa da procuradora Raquel Dodge, emitiu parecer favorável à liminar da juíza Jaiza Fraxe, da Justiça do Amazonas, que suspende a negociação da Telebras com a americana Viasat.

A Diretoria Executiva informa que solicitará nova oportunidade junto às instâncias do Judiciário para esclarecer a lisura do processo de parceria com a Viasat e oferecer todas as informações sobre o contrato ao Poder Judiciário. Ciente das suas responsabilidades, a Telebras confia na atuação da Justiça a fim de manter a implementação dos objetivos do Programa Nacional de Banda Larga.

Durante a Audiência Pública, o ministro Kassab reforçou que o caso está sendo tratado pela Justiça e que tudo terá o seu desfecho o mais breve possível. “Esperamos uma decisão que seja favorável à negociação de suma importância para a conectividade em banda larga do país”, resumiu Kassab.

Telebras inaugura infraestrutura das estações Gateways de Campo Grande-MS, Florianópolis-SC e Salvador-BA

23 de março de 2018

A manhã desta quinta-feira (22) foi de entrega de novas etapas do Projeto SGDC-1. Autoridades e Diretoria Executiva da Telebras participaram da inauguração da infraestrutura das três estações terrestres do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que marca o início do funcionamento de um dos projetos mais esperados do Brasil. As estações, chamadas Gateways, estão instaladas em Salvador (BA), Campo Grande (MS) e Florianópolis (SC).

Entre as autoridades presentes estavam o Ministro da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab e o Ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna.

O diretor Técnico-Operacional da Telebras, Jarbas Valente, ressaltou a importância do Projeto SGDC para o país, permitindo, em breve, internet de qualidade para escolas, hospitais, áreas rurais e regiões remotas. “Foram mais de 30 licitações para chegarmos a este resultado. Uma soma de esforços de todos os envolvidos”, enfatiza.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, a data marca mais um importante passo da Companhia. “A Telebras concluiu a instalação das três antenas Gateways que compõem o Projeto SGDC-1, em terra, além das outras duas antenas Gateways que estão instaladas aqui, no Cope-P em Brasília e no Cope-S, no Rio de Janeiro. Obras orçadas em 134 milhões de reais, que geraram mais de mil empregos diretos e indiretos e que estão sendo entregues dentro do prazo”, lembra.

“A partir de agora, com os resultados dessa operação, vamos ter um novo Brasil. A conectividade nas áreas de educação e saúde, em regiões longínquas e no monitoramento das fronteiras nos permite afirmar que efetivamente o país viverá uma nova realidade no que diz respeito à tecnologia, conforto e segurança”, ressaltou Kassab.

Um exemplo, segundo Kassab, é o programa Internet para Todos, iniciativa do MCTIC para levar acesso à banda larga para localidades sem conectividade de todo o país. Ele lembrou a participação de cerca de 3 mil prefeitos na cerimônia de assinatura dos termos de adesão ao programa realizada em Brasília, no dia 12 de março. “Isso mostra que estamos, neste momento, já integrados à sociedade civil, com as mais diversas comunidades, que passarão a dar apoio à continuidade desse projeto.”

O ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, ressaltou a integração entre os órgãos do governo na construção do satélite. Fruto de uma parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa, o satélite recebeu R$ 3 bilhões em investimentos. Adquirido pela Telebras, tem uma banda Ka, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e para expandir a oferta de internet no país, e uma banda X, que corresponde a 30% da capacidade do equipamento, de uso exclusivo das Forças Armadas.

Gateways

As estações terrestres de acesso, as Gateways, são responsáveis pelo tráfego de dados do satélite geoestacionário, que entrou em órbita em maio de 2017. Cada gateway recebe transmissões do SGDC, processa chamadas e distribui as transmissões para a rede terrestre apropriada. Ao todo, o satélite conta com cinco Gateways.

Obras

Durante a cerimônia, ministro e autoridades visitaram as obras do complexo de operações do satélite, no VI Comando Aéreo Regional. Além da estação de acesso, o local abriga toda a infraestrutura do Centro de Operações Espaciais Primário (COPE/P). O controle do satélite em órbita é feito por dois COPEs – um em Brasília e outro no Rio de Janeiro.

Tier IV e Bim

Max enfatizou a classificação Tier IV para o COPE P, de Brasília, que é o mais alto nível de disponibilidade e confiabilidade para a infraestrutura de uma instalação de missão crítica. “Esse sistema permite o site imune a qualquer paralisação de infraestrutura, ou seja, qualquer componente ou sistemas podem ser retirados de serviço seja por defeito, manutenção, reparo ou substituição sem que haja impacto para os processos de TI dos ambientes críticos do Data Center. Esta arquitetura permite ultrapassar os piores cenários de incidentes técnicos sem nunca interromper a disponibilidade dos servidores” informa.

No Brasil, apenas um Data Center do setor privado possui certificação Tier IV e o projeto da Telebras é o primeiro a ser certificado neste nível em órgãos e empresas públicas. O processo de certificação Tier IV é complexo, sendo analisado por profissionais sêniores, com vasta experiência em certificações internacionais.

Outro grande marco é que todos os projetos foram desenvolvidos em tecnologia BIM (Building Information Modeling), que cria digitalmente modelos virtuais precisos de uma construção, sendo todos os desenhos e compatibilização das instalações realizados em 3D, permitindo a visualização da obra em nível de detalhamento real.

O BIM oferece suporte ao longo das fases do projeto, permitindo melhor análise e controle na implantação e operação.

Quando concluídos, esses modelos gerados por computador contêm geometria e dados precisos necessários para o apoio às atividades de construção, evoluindo para o 4D ao incorporar a dimensão tempo e para o 6D com as informações de manutenção.

 

Telebras e Governo Federal unidos para conectar o Brasil

13 de março de 2018

Cerimônia de lançamento do Projeto Internet para Todos reúne mais de 2.400 prefeitos em Brasília

“Creio que estamos colocando o Brasil na modernidade. E o interessante é que se falava nesse tema de levar banda larga para todos os municípios e todas as escolas públicas há bastante tempo. Hoje nós podemos comemorar algo que diz respeito aos países mais avançados do mundo. Estamos levando, com essa fórmula, banda larga para todos os municípios brasileiros.”

A afirmação é do presidente da República, Michel Temer, durante a cerimônia do Programa Internet para Todos, realizada ontem, no Centro de Convenções Internacionais de Brasília. Na oportunidade, milhares prefeitos assinaram termos de adesão à iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para garantir banda larga a localidades sem conectividade ou com acesso precário à internet.

O ministro Gilberto Kassab explicou que o programa Internet para Todos nasceu em maio de 2017, com o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). “Naquele momento, quando o foguete levou o SGDC ao espaço, iniciamos o Internet para Todos. Passados alguns meses, começamos um processo de mobilização que nos permitiu chegar ao dia de hoje, com apoio de todos os governadores, sem uma única exceção. Até o presente momento, 2.471 prefeitos pessoalmente estão aqui para assinar esse contrato. Isso vai permitir usar o satélite da melhor maneira possível.”

A conexão à banda larga, oferecida pelo Internet para Todos, será feita por meio do SGDC-1, da Telebras. “O Satélite tem duas características principais: a sua vida útil, que é de 18 anos, e a sua capacidade, que é de tal ordem que ultrapassa a somatória de todos os satélites privados que operam hoje no país. Com essa capacidade, firmamos convênios com três ministérios, além dos municípios”, lembrou Kassab.

Maximiliano Martinhão, presidente da Telebras, lembra que a Companhia é a primeira operadora credenciada para oferta do Internet para Todos. “Nosso principal objetivo é promover acesso à Internet aos brasileiros, favorecendo, desta forma, a inclusão digital e social. A Telebras é a proprietária do SGDC-1 e a empresa parceira neste processo é a Viasat, com larga experiência mundial em conexão via Satélite. A experiência deles no México, por exemplo, vai servir de norte para desenvolvermos o Internet para Todos e outros projetos no Brasil, com certeza de êxito”, lembra.

O MCTIC estabeleceu parcerias ao longo do ano passado com o Ministério da Defesa, para garantir o monitoramento de 100% das fronteiras brasileiras, ampliando as ações de combate ao tráfico de armas e drogas; com o Ministério da Educação, para levar banda larga para todas as escolas públicas do país, sendo que 7 mil serão beneficiadas ainda em 2018; e com o Ministério da Saúde, para implantar internet em hospitais e postos de saúde, melhorando a gestão pública e a qualidade dos serviços prestados à população.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, reforçou que o Programa de Informatização das Unidades Básicas de Saúde (Piubs) está disponível, com objetivo de implantar um prontuário eletrônico. “Temos dezenas de empresas inscritas. Logo os senhores poderão optar qual empresa desejam contratar para informatizar a sua cidade. Teremos tablets para agentes locais de saúde. Tudo isso nos permitirá economizar R$ 20 bilhões dos R$ 246 bilhões que estados, municípios e União colocam anualmente na saúde, porque deixaremos de repetir exames, consultas e entrega de equipamentos. A informatização tem esse condão de dar transparência e controle às ações de governo.”

As empresas credenciadas pelo Piubs estão aptas a fornecer soluções que contemplem serviços de conectividade, disponibilização de hardware e software, manutenção de equipamentos de tecnologia da informação, treinamento dos profissionais de saúde e suporte técnico contínuo.

O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, recordou que a instituição começou há 14 anos a pleitear um programa de banda larga. “Lá pelos idos de 2004, nós já buscávamos com o governo federal para que fosse criada uma instância, que hoje, finalmente, vamos conseguir implantar no nosso país. Uma necessidade urgente. Os prefeitos têm dificuldade hoje porque tudo é pela internet, praticamente. Tribunais de contas exigem dados por meio virtual, de forma imediata, sem falar dos benefícios em educação, saúde e segurança.”

Até o momento, 3.031 municípios manifestaram interesse em participar do programa. Desse total, 2.836 prefeituras estão prontas para assinar o termo de adesão. Cerca de 40 mil localidades devem ser contempladas. As cidades beneficiadas nesta primeira fase começarão a receber as antenas a partir de maio.

Confira mais fotos do evento AQUI.

Texto: Ascom/MCTIC e Janice Palao
Fotos: Ascom/MCTIC

Telebras estará presente na Cerimônia de adesão de mais de 2.500 cidades ao Programa Internet para Todos

12 de março de 2018

O presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, assinam, nesta segunda-feira (12), na presença de prefeitos, o termo de adesão ao programa Internet para Todos. O presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, compõe a mesa de autoridades. A cerimônia será realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, a partir das 15h.

O programa Internet para Todos já tem 2.260 cidades prontas para assinar o termo de adesão. O número de municípios habilitados pode ser acrescido em mais de 330 já que 2.593 cidades manifestaram interesse em participar do programa.

O Internet para Todos vai beneficiar uma fatia da população hoje excluída da rede mundial de computadores, democratizando o acesso à informação e aos serviços públicos hoje disponíveis on line. Cerca de 40 mil localidades poderão ser beneficiadas pelo programa.

O termo de adesão que será assinado pelos prefeitos define a infraestrutura básica e as condições para a participação dos municípios no programa. As prefeituras devem indicar onde serão instaladas as antenas para distribuição do sinal de internet, além de garantir a segurança da área e arcar com as despesas de energia elétrica.

Os municípios beneficiados nesta primeira fase do Internet para Todos começarão a receber as antenas em maio, e a expectativa é que sejam instaladas 200 antenas por dia.

A conexão de internet será feita por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), de propriedade do governo brasileiro e que recebeu R$ 3 bilhões em investimentos. Em órbita desde maio de 2017, o satélite tem vida útil de 18 anos. O Internet para Todos oferecerá aos usuários conexão a preços acessíveis.

Além dos convênios com as prefeituras, o MCTIC já firmou parcerias com o Ministério da Defesa, para garantir o monitoramento de 100% das fronteiras brasileiras, ampliando as ações de combate ao tráfico de armas e drogas; com o Ministério da Educação, para levar banda larga para todas as escolas públicas do país, sendo que 7 mil serão beneficiadas já em 2018; e com o Ministério da Saúde, para implantar internet em hospitais e postos de saúde, melhorando a gestão pública e a qualidade dos serviços prestados à população.

Mais recursos para os municípios

Na mesma cerimônia, o presidente Michel Temer vai sancionar o projeto de lei número 1 de 2018, que abre crédito especial de R$ 2 bilhões ao Orçamento Fiscal da União em favor dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Desenvolvimento Social. O objetivo é viabilizar a MP nº 815/2017. O PL autoriza a União a transferir aos entes federativos e que recebem o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), no exercício de 2018, a título de apoio financeiro, recursos destinados à superação de dificuldades financeiras emergenciais.

Serviço
Evento: Cerimônia de Assinatura do Termo de Adesão do Programa Internet para Todos
Data: 12 de março de 2018
Horário: 15h
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil
Endereço: SCES Trecho 2, Conjunto 63, Lote 50
Cidade: Brasília (DF)

 
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