Telebras inaugura Alojamento da Marinha, no Cope-S, do Rio de Janeiro

12 de dezembro de 2017

Maximiliano Martinhão, presidente da Telebras, participou, nesta segunda-feira, 11, da entrega oficial da obra do Alojamento da Marinha, que fica dentro do Centro de Operações Espaciais, o Cope-S, no Rio de Janeiro. A obra, que iniciou há sete meses, ocupa 700 metros quadrados da Estação de Rádio da Marinha. O espaço abrigará cerca de 70 militares e proverá uma enfermaria moderna e em melhores condições do que a anterior.

“Quando a Telebras iniciou a construção do Centro de Operações Espaciais Secundário, aqui no Rio de Janeiro, foi preciso contar com a paciência e gentileza dos integrantes do alojamento da Marinha. Tudo porque a obra do Cope-S precisava ocupar o local onde eles permaneceram instalados por mais de 30 anos”, esclarece Martinhão.

Compromisso

A partir deste momento, a companhia assumiu o compromisso de incluir o Alojamento na obra do Cope-S. “A alteração do espaço físico da Marinha, que inicialmente poderia ter gerado transtorno, ocupou um papel de relevância ainda maior nos laços de amizade e respeito entre a Marinha e a Telebras”, diz.

Maximiliano agradeceu ao comandante Rodrigo Metropolo Pace, que conduziu os trabalhos lado a lado com a Telebras e ao comandante do Primeiro Distrito Naval, vice-almirante Cláudio Portugal de Viveiros. “Graças a estes homens e suas equipes e graças à dedicação dos representantes do Consórcio Sat-2D e aos responsáveis engenheiros da Telebras, estamos diante de mais um momento de realização de nossa Companhia”, comemora Martinhão.

Responsabilidade com o dinheiro público

Em seu discurso, Maximiliano enalteceu a responsabilidade com que são tratados os investimentos do Projeto SGDC. “O controle rigoroso dos recursos aqui depositados foi tratado como uma obrigação de nossa Estatal. A prova é simples e notória: estamos diante de uma obra imponente, que agrega o que há de melhor em segurança e informação”.

Obra completa do Cope -S será inaugurada em 2018

“Voltaremos aqui, em breve, para a inauguração da obra completa do Cope-S. Este espaço terrestre de extremo valor para o Satélite em órbita, está em fase adiantada e com previsão de entrega para o segundo semestre de 2018”, concluiu.

Veja o álbum de fotos completo da inauguração, pelo Flickr.

Telebras vai levar internet de qualidade ao Programa Gesac, do Governo Federal

11 de dezembro de 2017


A contratação foi publicada no Diário Oficial de sexta-feira, 8

A previsão é de que o início dos trabalhos aconteça ainda no primeiro semestre de 2018. O Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas da Telebras, o SGDC, é uma das formas de levar o serviço de transmissão de internet aos municípios, além da estrutura de fibra óptica da Companhia.

De acordo com as informações divulgadas ao mercado pela Telebras nesta manhã, 11, a Estatal foi contratada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para prestação de serviço em regime continuado de transmissão bidirecional de dados, em âmbito nacional, para o Programa Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão – Gesac, por um período de 60 meses.

O objetivo principal, para o primeiro ano de contrato, é conectar milhares de escolas rurais, o que beneficiaria cerca de três milhões de alunos, além das Unidades de Fronteira do Exército, Unidades Básicas de Saúde em localidades rurais, quilombolas e mais de 200 aldeias indígenas.

“É um enorme avanço no aprimoramento do serviço”, diz André Müller Borges
“Esta é uma forma de entregar um serviço diferenciado para a população das comunidades em pontos isolados e remotos. Eles contavam com uma conexão e agora terão conectividade com mais qualidade. É um enorme avanço no aprimoramento do serviço”, diz André Müller Borges, secretário de Telecomunicações do MCTIC.

O diretor de Inclusão Digital da Secretaria de Telecomunicações do MCTIC, Américo Bernardes, também ressalta a importância de levar internet em alta velocidade a todos os beneficiários do Gesac. “O departamento de Inclusão Digital da Secretaria de Telecomunicações do MCTIC deve, além das escolas e beneficiários já atendidos pelo Programa, ampliar o atendimento a cerca de mil Unidades de Atenção à Saúde Indígena, como, também, pontos da Polícia Rodoviária Federal, o que garantirá uma maior segurança e comunicação nas rodovias brasileiras. Tal cobertura só seria possível com um Satélite que garanta 100% de comunicação com qualidade em todo o território nacional. O SGDC nos permite alcançar esta meta”, enfatiza.

O que é o Gesac
O programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) oferece gratuitamente conexão à internet em banda larga – por via terrestre e satélite – a telecentros, escolas, unidades de saúde, aldeias indígenas, postos de fronteira e quilombos. O programa é coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e direcionado, prioritariamente, para comunidades em estado de vulnerabilidade social, em todo o Brasil, que não têm outro meio de serem inseridas no mundo das tecnologias da informação e comunicação.

“Um Brasil conectado, com inclusão social. Este é o nosso objetivo”, reforça presidente da Companhia
Maximiliano Martinhão, presidente da Telebras, lembra que a inclusão social sempre será o principal objetivo da Companhia. “É através de iniciativas como a do Programa Gesac  que podemos visualizar um Brasil mais conectado, um Brasil de mais oportunidades”, comemora.

Ao lado de Temer e Kassab, Maximiliano Martinhão participa da assinatura da MP que altera Lei de Informática

8 de dezembro de 2017

O presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, acompanhou a comitiva presidencial nesta sexta-feira, 8, em São Paulo. Na oportunidade, o presidente da Companhia participou da assinatura da Medida Provisória (MP) que altera a Lei de Informática.

O documento foi assinado durante o almoço anual da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), na capital paulista.

A Lei da Informática permite a isenção ou redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens de informática e automação, desde que as empresas investissem, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto no mercado interno em atividades de pesquisa e desenvolvimento.

Maximiliano recebe o ministro de Telecomunicações e Novas Tecnologias da Guiné Equatorial, Maximiliano Martín Meko Abeme


Maximiliano Martinhão, presidente da Telebras, recebeu, nesta quinta-feira, 7, o ministro de Telecomunicações e Novas Tecnologias da Guiné Equatorial, Maximiliano Martín Meko Abeme. Na visita, Abeme manifestou a intenção de fortalecer os laços diplomáticos com o Brasil, ao afirmar que a experiência brasileira em telecomunicações é referência para o país africano.

Com o ministro, compareceram à Telebras o diretor-geral de Telecomunicações do Ministério de Telecomunicações e Novas Tecnologias (MTNT), José Luis Nsue Mañana Oye; o chefe do Pessoal de Gabinete do Ministério, Manuel Abaga Nzoho; e o embaixador da República da Guiné Equatorial, Wilfredo Obama Ela Mangue.

Brasil e Guiné Equatorial na busca do desenvolvimento das comunicações

A Guiné Equatorial é um dos novos integrantes da Associação de Reguladores de Comunicações e Telecomunicações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (ARCTEL-CPLP), da qual o Brasil faz parte. A Associação tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento do mercado de comunicações por meio do compartilhamento de informação entre as organizações reguladoras.

Segundo Abeme, os investimentos brasileiros em infraestrutura de telecomunicações e em transmissão de telefonia 4G são exemplos para a Guiné Equatorial. O ministro declarou que conta com o diálogo entre os países como posicionamento estratégico do governo para que o país africano avance nas telecomunicações.

 

 

 

 

 

Presidente da Telebras participa do 1º Seminário Internet e Eleições, promovido pelo CGI, MCTIC E TSE

 

“O debate sobre liberdade de expressão, privacidade e direitos sociais, tão importantes em um ano de eleição presidencial, passam necessariamente pela forma como os atores sociais se apropriam das tecnologias disponíveis na Internet para se comunicar com seus públicos”, disse Martinhão

Esta quinta-feira, 7, foi de discussão em torno de um tema atual e que passará a ser um dos centros de atenções políticas para as eleições de 2018. Candidatos devem explorar ao máximo as redes sociais e, diante da influência que a internet passa a ter, cada vez mais, nas eleições, o Comitê Gestor da Internet, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações e o Tribunal Superior Eleitoral promoveram ontem, no auditório 3 do TSE , o 1º Seminário Internet e Eleições. O presidente da Telebras e coordenador da CGI.Br, Maximiliano Martinhão, participou da mesa de debates.

Segundo Martinhão, o Comitê Gestor da Internet é um grupo multisetorial de especialistas de internet, formado por representantes dos setores governamentais, empresarial, acadêmico e do 3º setor. “A organização do CGI, pensada há mais de 20 anos, tem a incumbência de atuar na  natureza da internet, a qual faz com que as soluções para seus desafios sejam articuladas pelos diferentes atores que cuidam do desenvolvimento da rede”, lembra.

Influência nas eleições

Em seu discurso, Maximiliano lembrou que, recentemente, no processo de discussão da legislação da Reforma Politica, está a inclusão do dispositivo que previa a remoção de conteúdo da internet, sem necessidade de autorização judicial, em caso de não identificação pessoal do usuário responsável, por discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensas a partidos, etc.

O presidente da Telebras ressaltou que esta previsão surpreendeu o Comitê por violar o decálogo de princípios do CGI para a internet brasileira e também aspectos do Marco Civil da Internet. O CGI, então, pediu veto presidencial a este dispositivo. “Neste sentido é que o Comitê decidiu fomentar e participar de eventos relacionados às eleições e internet”, enfatizou.

A força da internet

“No início da internet, previu-se que o acesso direto e descomplicado à informação levaria a uma era onde o conhecimento seria equalizado através da rede e todos tomaríamos decisões melhores e mais informadas. Com ações governamentais e políticas, o Brasil ultrapassou a marca de mais de 120 milhões de pessoas conectadas (sendo o 4º no ranking do relatório da UNCTAD atrás de EUA, Índia e China)”, recapitulou.

A pesquisa CETIC do CGI indica que mais de 60% da população brasileira com idade superior a 10 anos de idade já estão na internet. A mesma pesquisa indica que 89% delas acessam a internet para usar aplicativos como o whatsapp e 78% para acesso às redes sociais.

“Com o avanço das tecnologias móveis como computadores portáteis, tablets, smartphones, criou-se um ambiente interativo ideal que ingressa irreversivelmente no nosso cotidiano. Hoje a internet já é a principal fonte de informação de boa parte de nossa população e por suas características técnicas, a Internet tem sido fundamental na formação da opinião pública”, lembra Martinhão.

Campanha de 2018

Maximiliano lembra que para a próxima campanha eleitoral, partidos e candidatos usarão a internet para fazer com que as suas mensagens e propostas cheguem até os eleitores.

“Muitos dos embates entre planos de governo, proposta de políticas públicas, transparência e ética acontecerão nesse ambiente, fazendo com que o espaço de debate político criado por provedores de aplicações e de conteúdos na Internet se consolide cada vez mais como parte importante da esfera pública. Por outro lado, a falta de uma curadoria aumenta a demanda por senso crítico daqueles que consomem as notícias e as informações”, diz.

Fake News

“Como vemos todos os dias nas redes sociais, estamos expostos constantemente a fake news e opiniões que nelas se ancoram. Vivemos um mundo de pós-verdade, onde diversos estudos revelam que fatos pouco contribuem para mudar opiniões. De junho do ano passado, quando a Inglaterra realizou um referendo para sua saída da União Europeia, passando pela eleição do presidente Trump, nos Estados Unidos, o papel da Internet na democracia passou a estar em destaque como nunca antes”.

 Internet x Eleições

De acordo com Maximiliano, a regulação do ambiente online durante o processo eleitoral é tarefa fundamental e bastante complexa. Para o coordenador do Comitê, a comunicação entre indivíduos na Internet é amplamente dependente de uma série de agentes privados que se distribuem nas camadas de infraestrutura, rede e de aplicações. A forma como tais agentes privados gerenciam conteúdos em suas redes está atrelada a termos de uso privado que, não raramente, entram em confronto com o ambiente legal e regulatório dos países onde se situam os usuários de tais serviços.

“Desta forma, o debate sobre liberdade de expressão, privacidade e direitos sociais, tão importantes em um ano de eleição presidencial, passam necessariamente pela forma como os atores sociais se apropriam das tecnologias disponíveis na Internet para se comunicar com seus públicos. Em 2018 teremos, pela primeira vez desde a intensificação desse debate, eleições majoritárias no Brasil para mais de 144 milhões de eleitores. Serão eleições em que a Internet e essa nova maneira de comunicar terão um impacto que nunca tiveram antes”, ressalta Martinhão.

 
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