Nota à imprensa: Publicação do edital de capacidade do SGDC

14 de julho de 2017

A Telebras publicou hoje, 14 de julho de 2017, em seu website (www.telebras.com.br) o Edital de Chamamento Público nº 02/2017. O Edital tem o objetivo de selecionar empresas concessionárias, permissionárias ou autorizatárias de serviços de telecomunicações para tornarem-se Cessionárias da capacidade satelital em banda Ka do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas – SGDC. A sessão pública acontecerá no dia 28 de agosto deste ano. Os documentos sigilosos deverão ser retirados pessoalmente na sede da empresa, mediante assinatura de Termo de Compromisso de Manutenção de Sigilo e Confidencialidade.

O processo de comercialização do SGDC iniciou-se após a aprovação do Plano de Negócios do SGDC pelo Conselho de Administração, em janeiro deste ano, tendo sido precedido de audiência pública e de uma fase de consulta pública às minutas do Edital. Altamente produtiva, a consulta pública permitiu que toda a sociedade, interessados e órgãos de controle e governo pudessem se manifestar, sugerir e propor mudanças ao texto original. “A finalidade foi dar total transparência e publicidade ao processo, para garantir o bom uso do dinheiro público. É uma forma inovadora e segura de comercializar a capacidade do SGDC”, afirma o Presidente Interino da Telebras, Jarbas Valente.

Ao todo, foram recebidas 265 contribuições ao Edital e seus Anexos. Cada uma delas foi analisada e levada em consideração na melhoria do procedimento, tendo grande parte delas sido implementada pela Telebras. O resultado foi uma documentação ainda mais robusta, aumentando a segurança jurídica do procedimento, proporcionando maior atratividade aos participantes e à própria Telebras e majorando o potencial de benefícios ao país, sociais e econômicos, mediante a massificação do acesso à Internet em banda larga.

Dentre as principais modificações ocorridas durante a consulta pública, estão a possibilidade de participação de empresas estrangeiras e empresas em consórcio, a oferta de dois grandes lotes de capacidade satelital, a capacidade destinada às políticas públicas, o prazo contratual de 5 anos para a cessão de capacidade, melhorias na redação das obrigações do Lote 1, entre outros ajustes no formato dos instrumentos, que aperfeiçoaram a documentação disponibilizada na data de hoje.

Segundo Jarbas Valente, a publicação que ocorre hoje possibilitará à Telebras atingir seu principal objetivo, o de massificar o acesso à Internet em banda larga: “É uma revolução no acesso à Internet nestas regiões onde ela ainda não chega hoje. O SGDC vai cobrir com alta capacidade lugares totalmente desassistidos. Ele é único neste sentido”, garante Jarbas.

Além da massificação de acesso à Internet em banda larga, a sociedade brasileira já foi beneficiada de outras formas, tais como a tecnologia proporcionada pelo SGDC, a criação de uma integradora de satélites nacional, a Visiona, a capacitação em alta tecnologia de mais de 50 profissionais brasileiros da Telebras, Agência Espacial Brasileira-AEB, Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais-INPE, todas vinculadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações-MCTIC, Ministério da Defesa e da Visiona, que participaram do programa de absorção e transferência de tecnologia. “O SGDC é um Programa de Governo, que contou com participação da Presidência da República, Casa Civil, Ministérios do Planejamento e da Fazenda, Ministério da Defesa e todos os outros órgãos da administração pública que possibilitaram que este sonho se tornasse realidade. Este programa traz conhecimento para o Brasil, gera riquezas, reduz desigualdades e ainda proporciona desenvolvimento social”, afirma o Presidente Interino da Telebras, Jarbas Valente.

A Telebras irá publicar em breve um roteiro com os locais e datas da realização de apresentações públicas (roadshows) a respeito do processo de comercialização da capacidade do SGDC.

Por Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

Telebras divulga Edital de Chamamento Público para selecionar empresas cessionárias da capacidade satelital em Banda Ka do SGDC

Nesta manhã (14), a Telebras tornou público o processo de seleção de empresas concessionárias, permissionárias ou autorizatárias de serviços de telecomunicações para se tornar cessionárias de capacidade satelital em Banda Ka do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas – SGDC.

A estatal divulgou que receberá, no dia 28 de agosto de 2017, às 10:00 horas, em sua sede, os envelopes contendo documentos referentes ao credenciamento e garantia da proposta, à habilitação e às propostas comerciais.

O edital de Chamamento Público foi precedido de Audiência Pública, realizada no dia 23 de fevereiro de 2017, e tem como finalidade dar publicidade e transparência ao processo de seleção. A seleção será feita pelo critério de maior Valor Total ofertado por Lote, de acordo com as regras definidas no edital e em seus anexos. Os documentos podem ser acessados no link abaixo:

Edital do Chamamento Público e seus anexos

Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

Jarbas Valente assume interinamente a Presidência da Telebras

3 de julho de 2017

O Conselho de Administração da Telebras definiu nesta segunda-feira (03/07) a substituição do presidente da empresa, Antonio Loss. Jarbas Valente, diretor técnico-operacional da empresa, assume interinamente a função.

Janice Santos – Assessora de Comunicação da Telebras

Conselho de Administração da Telebras aprova publicação de edital de Cessão de Capacidade em Banda Ka do SGDC

29 de junho de 2017

A Telebras, em cumprimento ao disposto no art. 2º, da ICVM nº 358/2002, comunica aos seus acionistas e ao mercado que o Conselho de Administração da Telebras, em reunião no dia 29/6 (quinta-feira), aprovou o cronograma de Cessão de Capacidade em Banda Ka do SGDC, com publicação no dia 3/7/2017 do respectivo Edital de Cessão.

Clique aqui e confira o documento

Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

Telebras é pioneira em implementação de metodologia que otimiza prazos, custos e qualidade de grandes projetos

21 de junho de 2017

Empresa é precursora na implementação do sistema do início ao fim da obra. “É algo inovador e também desafiador, porque ninguém fez isso antes, dessa forma. Nossas obras estão servindo de estímulo para que o Governo procure implementar o BIM na construção de outras infraestruturas de missão crítica, como é o caso do projeto SGDC”, afirma João Luiz Ramalho, Assessor Técnico da Gerência de Tecnologia e Soluções Satelitais da Telebras

No Rio de Janeiro, as obras do COPE-S também estão em andamento. 1.200 pranchas de desenho detalham as instalações

O SGDC entrou em órbita em meados do mês passado e passa pela primeira bateria de testes. Aqui na terra, as construções dos dois Centros de Operações e das Estações Terrestres já começaram e trazem uma inovação na área de tecnologia no Brasil: são as primeiras instalações totalmente modeladas em Building Information Modeling (BIM). Com isso, a Telebras está empenhando o máximo de segurança física e logística que as operações do SGDC demandam. A tecnologia BIM foi adotada pela empresa, pioneira no Brasil através dos projetos dos COPE-P e S e das Gateways.

“O BIM serve para definir o escopo do projeto ao longo do tempo. Você sabe exatamente o que fazer, como e quando vai entregar”, explica João Luiz Ramalho, Assessor Técnico da Gerência de Tecnologia e Soluções Satelitais. Cada elemento do projeto possui uma biblioteca digital particular, com as especificações de origem, materiais, funcionamento, manutenção e todos os processos relacionados a ele. O cruzamento das informações permite antecipar problemas na hora da construção e na elaboração de uma modelagem 3D precisa.

“Na construção você insere uma quarta dimensão, que é o tempo, e divide o projeto em várias atividades de acordo com a prioridade”, acrescenta o Assessor. Ramalho explica que, quanto mais específico for o planejamento, mais preciso é o seu orçamento e a expectativa de conclusão. “O BIM ajuda na aquisição do projeto, que precisa ser licitado, na implementação da obra por parte da empresa contratada, e na fiscalização de forma muito mais eficiente”, enumera o Assessor. “Evita o retrabalho, o desperdício e ajuda a otimizar o tempo”, conclui Ramalho.

Gestão
O BIM não se limita ao planejamento e construção das obras. A metodologia se estende à gestão das instalações durante seu funcionamento. É a chamada sexta dimensão. “Se eu tenho um elevador que precisa ter uma manutenção a cada seis meses, por exemplo, eu recebo uma notificação quando estiver próximo da data”, esclarece Ramalho. Todas as informações são armazenadas e interligadas a outros processos das instalações.

Missão crítica
Missão crítica compreende a gestão de processos de tecnologia que exige um padrão muito específico de engenharia, bem como disponibilidade, confiabilidade e gestão de riscos, de forma que estrutura continue em funcionamento mesmo que componentes internos ou externos apresentem alguma falha. A tecnologia BIM veio para apoiar a missão crítica, criando digitalmente modelos virtuais e precisos de uma construção, minimizando os riscos de falhas e evitando o defeito, pressupostos da disponibilidade e confiabilidade necessários para o projeto SGDC.


O COPE-P em Brasília contará com 14 mil m² de área construída e painéis fotovoltaicos para captação de energia solar. O projeto tem 5 mil páginas de especificações técnicas


Prévia de como ficarão as instalações do COPE-P quando concluídas, de acordo com a modelagem pelo BIM

Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

 

 
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