Telebras inaugura infraestrutura das estações Gateways de Campo Grande-MS, Florianópolis-SC e Salvador-BA

23 de março de 2018

A manhã desta quinta-feira (22) foi de entrega de novas etapas do Projeto SGDC-1. Autoridades e Diretoria Executiva da Telebras participaram da inauguração da infraestrutura das três estações terrestres do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que marca o início do funcionamento de um dos projetos mais esperados do Brasil. As estações, chamadas Gateways, estão instaladas em Salvador (BA), Campo Grande (MS) e Florianópolis (SC).

Entre as autoridades presentes estavam o Ministro da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab e o Ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna.

O diretor Técnico-Operacional da Telebras, Jarbas Valente, ressaltou a importância do Projeto SGDC para o país, permitindo, em breve, internet de qualidade para escolas, hospitais, áreas rurais e regiões remotas. “Foram mais de 30 licitações para chegarmos a este resultado. Uma soma de esforços de todos os envolvidos”, enfatiza.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, a data marca mais um importante passo da Companhia. “A Telebras concluiu a instalação das três antenas Gateways que compõem o Projeto SGDC-1, em terra, além das outras duas antenas Gateways que estão instaladas aqui, no Cope-P em Brasília e no Cope-S, no Rio de Janeiro. Obras orçadas em 134 milhões de reais, que geraram mais de mil empregos diretos e indiretos e que estão sendo entregues dentro do prazo”, lembra.

“A partir de agora, com os resultados dessa operação, vamos ter um novo Brasil. A conectividade nas áreas de educação e saúde, em regiões longínquas e no monitoramento das fronteiras nos permite afirmar que efetivamente o país viverá uma nova realidade no que diz respeito à tecnologia, conforto e segurança”, ressaltou Kassab.

Um exemplo, segundo Kassab, é o programa Internet para Todos, iniciativa do MCTIC para levar acesso à banda larga para localidades sem conectividade de todo o país. Ele lembrou a participação de cerca de 3 mil prefeitos na cerimônia de assinatura dos termos de adesão ao programa realizada em Brasília, no dia 12 de março. “Isso mostra que estamos, neste momento, já integrados à sociedade civil, com as mais diversas comunidades, que passarão a dar apoio à continuidade desse projeto.”

O ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, ressaltou a integração entre os órgãos do governo na construção do satélite. Fruto de uma parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa, o satélite recebeu R$ 3 bilhões em investimentos. Adquirido pela Telebras, tem uma banda Ka, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e para expandir a oferta de internet no país, e uma banda X, que corresponde a 30% da capacidade do equipamento, de uso exclusivo das Forças Armadas.

Gateways

As estações terrestres de acesso, as Gateways, são responsáveis pelo tráfego de dados do satélite geoestacionário, que entrou em órbita em maio de 2017. Cada gateway recebe transmissões do SGDC, processa chamadas e distribui as transmissões para a rede terrestre apropriada. Ao todo, o satélite conta com cinco Gateways.

Obras

Durante a cerimônia, ministro e autoridades visitaram as obras do complexo de operações do satélite, no VI Comando Aéreo Regional. Além da estação de acesso, o local abriga toda a infraestrutura do Centro de Operações Espaciais Primário (COPE/P). O controle do satélite em órbita é feito por dois COPEs – um em Brasília e outro no Rio de Janeiro.

Tier IV e Bim

Max enfatizou a classificação Tier IV para o COPE P, de Brasília, que é o mais alto nível de disponibilidade e confiabilidade para a infraestrutura de uma instalação de missão crítica. “Esse sistema permite o site imune a qualquer paralisação de infraestrutura, ou seja, qualquer componente ou sistemas podem ser retirados de serviço seja por defeito, manutenção, reparo ou substituição sem que haja impacto para os processos de TI dos ambientes críticos do Data Center. Esta arquitetura permite ultrapassar os piores cenários de incidentes técnicos sem nunca interromper a disponibilidade dos servidores” informa.

No Brasil, apenas um Data Center do setor privado possui certificação Tier IV e o projeto da Telebras é o primeiro a ser certificado neste nível em órgãos e empresas públicas. O processo de certificação Tier IV é complexo, sendo analisado por profissionais sêniores, com vasta experiência em certificações internacionais.

Outro grande marco é que todos os projetos foram desenvolvidos em tecnologia BIM (Building Information Modeling), que cria digitalmente modelos virtuais precisos de uma construção, sendo todos os desenhos e compatibilização das instalações realizados em 3D, permitindo a visualização da obra em nível de detalhamento real.

O BIM oferece suporte ao longo das fases do projeto, permitindo melhor análise e controle na implantação e operação.

Quando concluídos, esses modelos gerados por computador contêm geometria e dados precisos necessários para o apoio às atividades de construção, evoluindo para o 4D ao incorporar a dimensão tempo e para o 6D com as informações de manutenção.

 

Escultura do SGDC-1 é inaugurada na Agência Espacial Brasileira

22 de março de 2018

Foi inaugurada na manhã desta terça-feira (20), em Brasília, a escultura do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC-1). A peça é de autoria do paraibano Percival Henriques, presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital (ANID). A solenidade contou com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, do presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, da Diretoria Executiva da Telebras e do presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Braga Coelho.

Percival também é empresário, físico e bacharel em Direito. Foi diretor técnico do Inmetro/Imeq na Paraíba e é especialista em gestão pública. A escultura do SGDC-1 foi doada à Agência Espacial Brasileira (AEB) pelo artista, após indicação do presidente da Telebrás, Maximiliano Martinhão.

Durante a solenidade, o Ministro Kassab ressaltou o impacto positivo do SGDC na vida cotidiana das pessoas, aumentando a oferta de banda larga para regiões remotas do Brasil e proporcionando segurança estratégica nas comunicações.  Registrou a importância de simbolismos como a escultura para celebrar os esforços dedicados à construção de um país melhor, acrescentando que a obra operava como um marco. “A escultura demonstra aos brasileiros que aqui se trabalha muito”, disse.

A escultura

A escultura pesa 122 kg, e tem 1,60 cm de altura com 3,20 de diâmetro. É composta por dois domos geodésicos sobrepostos construídos com tubos de aço carbono galvanizados. Entre os dois domos foi colocada uma réplica do SGDC, feita de chapa de aço carbono, e preparada com um jateamento de microesferas de aço para receber nanopartículas de zinco, por meio de uma técnica chamada arc spray, que evita a corrosão.

Segundo Percival, a ideia geral da obra, além da representação literal da Terra, da abóboda celeste e do próprio satélite, é que ela seja um tributo à Matemática e, sobretudo, aos homens e mulheres escondidos atrás de cada equação que garantiu o suporte objetivo à manutenção em órbita e operação do SGDC.

Colaboração do Release: Coordenação de Comunicação Social da AEB

Telebras lança projeto para conectar sua rede aos Pontos de Troca de Tráfego de Internet no Brasil

8 de março de 2018

A diretoria executiva da Companhia tem como objetivo contribuir para um Brasil mais conectado a custos baixos e maior praticidade

A Telebras anuncia, nesta quinta-feira (8), um projeto que deve promover o trabalho dos provedores de Internet do país. Trata-se de um programa que vai conectar a rede da Telebras a todos os Pontos de Troca de Tráfego Metropolitanos (PTTMetro) do IX.BR.

Atualmente existem 31 Pontos de Troca de Tráfego no Brasil, abrangendo todas as regiões do país. Cada localidade receberá links de centenas de Gbps. O total de provedores que são Sistemas Autônomos no Brasil alcança, hoje, o número de 5.323.

Maximiliano Martinhão, presidente da Telebras, comemora a iniciativa, lembrando que, entre as metas do projeto, estão a possibilidade de serviços de transporte entre os diversos pontos de troca de tráfego, de forma simples e econômica, além da melhor qualidade de Internet oferecida à população.

“São Paulo é, hoje, o grande concentrador de tráfego no Brasil. Para melhorarmos a qualidade da Internet, principalmente no que diz respeito a questões como latência e disponibilidade, é necessário distribuir melhor o tráfego para as diversas regiões do país. É neste sentido que queremos somar e servirmos de agente de distribuição e condução da utilização dos PTTs. O Brasil já está maduro para isso e precisa expandir seus horizontes na área da informação, de forma racional e segura. A Telebras pode ajudar neste sentido”, enfatiza Max.

Para o diretor Comercial da Telebras, Rômulo Barbosa, além do benefício social, o projeto trará consideráveis retornos financeiros para a Companhia. “Neste projeto ampliaremos a utilização de nossa rede com a mesma estrutura já instalada. Haverá um investimento que aumentará nossas receitas sem impacto nos custos operacionais, resultando em alta rentabilidade do projeto”, ressaltou Barbosa.

De acordo com o diretor Técnico-Operacional da Telebras, Jarbas Valente, o projeto pode ser visto por várias óticas. Do ponto de vista econômico e social, estamos valorizando o desenvolvimento nacional. “Utilizaremos tecnologia de ponta que será produzida pela indústria brasileira. Isso significa dizer que estaremos integrando o Brasil com aquilo que é nosso”, enfatiza.

“A conexão da rede Telebras aos Pontos de Troca de Tráfego é de fundamental importância para uma melhor prestação de serviços de acesso à internet, otimizando o uso da rede e aproximando dos usuários os principais conteúdos disponibilizados na rede mundial”, acrescenta o gerente de Planejamento, Controle e Inovação da Telebras, Roberto Pinto Martins.

O que diz o NIC.br sobre o Projeto

Pontos de troca de tráfego são estruturas de Internet que melhoram a eficiência, aumentam a segurança e incrementam a resiliência da rede. Um ponto de troca, entretanto, exerce uma força de atração proporcional ao seu tamanho, o que só faz com que cresça cada vez mais. Os interessados em trocar tráfego tem que buscar meios de chegar aos pontos de maior concentração e, com isso, o desequilíbrio na rede aumenta.

“Com a iniciativa da Telebrás em prover transporte entre diferentes pontos de tráfego, o provedor pode se manter conectado ao local geográfico que lhe for mais natural e próximo e, mesmo assim, conseguir participar das trocas que ocorrem em outros pontos: bastará contratar o transporte à Telebrás. Com isso a distribuição de tráfego torna-se mais homogênea e a estratégia dos participantes nos PTTs ganha facilidade. O NIC saúda a iniciativa e soma-se aos esforços por uma Internet no Brasil cada vez melhor”, diz Demi Getschko, presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br.

Já segundo Milton Kashiwakura, diretor de Projetos Especiais e de Desenvolvimento do NIC.br, “a Telebras, com este projeto, irá acelerar o crescimento dos Pontos de Troca de Tráfego Internet (PTT) do NIC.br (IX.br). Os provedores de acesso de Internet ganharão em agilidade para se conectar a qualquer PTT através da rede da Telebras. O provisionamento será rápido, pois a infraestrutura já estará preparada”, enaltece.

Avaliação do presidente da ANID

Percival Henriques, presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital – ANID, diz que a lógica da Internet é de que, cada vez mais, o conteúdo relevante esteja próximo do local onde ele mais interessa. “Queremos que os sistemas autônomos vizinhos conversem entre si. O local apropriado para esta conversa são os pontos de troca de tráfego. Com este projeto da Telebras, os provedores vão ter acesso aos PTTs, permitindo redução de custos, acesso à diversidade de conteúdos regionais e até compartilhamento de conteúdos globais, que estejam disponíveis localmente. É uma boa iniciativa da Companhia”, ressalta.

Abrint

O presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações – Abrint, Basílio Perez, afirma que vê com grande satisfação a iniciativa da Telebras. “O transporte até os Pontos de Troca de Trafego sempre foi uma bandeira que defendemos e a Telebras, assumindo mais esse papel, estará alavancando o desenvolvimento da Internet do Brasil. É uma forma de facilitar o trabalho de inclusão digital feito pelos provedores regionais.

Abranet

Eduardo Parajo, diretor presidente da Associação Brasileira de Internet – Abranet, incentiva a proposta. “Entendemos que esta iniciativa da Telebras vai contribuir para melhorar os custos da conectividade de Internet, além da melhoria da qualidade e menor latência para os provedores e usuários da rede”, diz.

Sobre o IX.BR

O IX.BR é um projeto do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) que promove e cria a infraestrutura necessária para que provedores de Internet façam a interconexão de suas redes. Através desta interconexão, os diversos provedores de Internet comunicam diretamente entre si, aumentando a qualidade do serviço e diminuindo os custos de comunicação. Atualmente, 32 cidades brasileiras, possuem pontos do IX.BR.

Obras do Centro de Operações Espaciais do RJ estão 45 dias adiantadas

27 de novembro de 2017

Presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, visitou o COPE-S acompanhado do Diretor Técnico Operacional, Jarbas Valente

Na tarde da última quarta-feira, 22, o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, esteve na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, onde está sendo construído o Centro de Operações Espaciais Secundário, o COPE-S. Esta é a segunda vez, em dois meses de gestão, que o presidente da Companhia visita a obra, considerada o backup da operação terrestre do Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas, o SGDC. Antes da visita ao COPE-S, Martinhão esteve no Escritório Regional do RJ, onde foi recepcionado pela gerente Soraia Emery de Carvalho Braga e sua equipe.

Maximiliano esteve no COPE-S acompanhado do diretor Técnico Operacional, Jarbas Valente. Na oportunidade eles avaliaram o andamento das obras que ocupam mais de sete mil metros quadrados da área da Marinha. A previsão da entrega operacional do COPE S é agosto de 2018.

O Centro de Operações Espaciais do Rio de Janeiro está orçado em R$ 90 milhões e conta com cerca de 250 funcionários nesta etapa. “Estamos com 45 dias de adiantamento em relação ao cronograma aprovado pela Telebras. É com expectativa que visualizamos a conclusão adiantada de mais este projeto de tamanha dimensão. O controle rígido de prazos e gastos com que a obra vem sendo administrada permitem esse momento exitoso de nossa Companhia”, lembra Martinhão.

O engenheiro Antônio Rogério Silva, especialista em Gestão de Telecomunicações da Telebras, demonstrou satisfação pela visita da Diretoria. “Ficamos muito felizes em recebê-los. É uma oportunidade para relatar nosso orgulho de estarmos contribuindo para este importante projeto da empresa”, diz.

 

COPE P – Brasília está com as obras adiantadas em 63 dias 

O Centro de Operações Espaciais Principal está sendo construído em Brasília, na Base da Aeronáutica. A entrega operacional do COPE-P também está prevista para agosto de 2018. A obra está situada em uma área de 15 mil metros quadrados. Depois de entrar em funcionamento, o COPE-P contará com cerca de 300 colaboradores, divididos em três turnos.
A obra do COPE-P está orçada em R$ 163 milhões, considerando a construção, fornecimento, instalação de equipamentos e as duplas abordagens elétricas e ópticas. Nesta obra o adiantamento dos trabalhos é ainda maior: 63 dias. A função do COPE-P é a de controle e monitoramento do Satélite e também de provimento dos serviços de Banda Larga, em banda Ka, além do controle da Banda X, através do Ministério da Defesa.

 Segundo o gerente de Engenharia e Operação de Satélites, Sebastião do Nascimento Neto, o andamento acelerado das obras é uma indicação de que o esforço concentrado das diversas áreas da Telebras começa a ser coroado. “Em breve estaremos operando a todo vapor levando Internet banda larga a todo território nacional”, comemora.

Para o engenheiro Rodrigo Botelho, gerente de Infraestruturas e Manutenção da Planta, “2017 foi um ano em que a Telebras teve a oportunidade de mostrar a que veio. Tiramos o Projeto SGDC do papel e trouxemos para a realidade. Esta e outras obras nos dão a certeza de que tudo está fluindo, da melhor forma possível”, enfatiza.

Futuros Engenheiros de Telecomunicações também visitaram o COPE-S

Nesta semana, alunos do curso de Engenharia de Telecomunicações da Universidade Federal Fluminense do Rio de Janeiro também visitaram o COPE S. Os universitários demonstraram interesse em entender a construção do Centro de Operações Espaciais e fizeram perguntas sobre o Satélite e a Telebras. Os colaboradores da Companhia, Alex, Fabio, Gabriel e Jonny, ex-alunos da mesma instituição, recepcionaram os estudantes.

Maximiliano Martinhão é o novo Presidente da Telebras

18 de outubro de 2017

O engenheiro de Planejamento do Sistema da Telebras na década de 90, retorna à casa, 12 anos depois, como Presidente da Companhia

A Telebras tem um novo Presidente desde o dia 5 de outubro. Maximiliano Martinhão assume a liderança da Diretoria Executiva da Companhia, depois de já ter integrado o Sistema Telebras de 1994 a 2005. Em 2011, Martinhão havia retornado à Estatal como membro do Conselho de Administração. De 2013 a 2016 foi Presidente do Conselho.  Agora, assume como Presidente da Telebras e Conselheiro nato, após um período de três meses em que a Companhia foi presidida interinamente pelo Diretor Técnico-Operacional, Jarbas Valente.

Maximiliano Salvadori Martinhão é natural de Campinas, SP e tem 46 anos. É Engenheiro de Telecomunicações, formado pelo Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL, de Santa Rita do Sapucaí – MG e Mestre em Gerência de Telecomunicações pela Universidade de Strathclyde, no Reino Unido. É também advogado formado pelo Instituto de Educação Superior de Brasília – IESB.

Desde junho de 2016, antes de assumir a Telebras, Maximiliano atuava como Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Até chegar ao MCTIC exerceu o cargo de Secretário de Telecomunicações no Ministério das Comunicações e o cargo de Gerente Geral de Certificação e Engenharia do Espectro da ANATEL, tendo ocupado outras posições Gerenciais e de Assessoria na Agência.

Foi representante da Administração Brasileira em diversos fóruns nacionais e internacionais de telecomunicações e titular de cargo efetivo de Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações desde 2005.

 “A Telebras é uma empresa que tem uma trajetória de 45 anos e já entrou na fase madura. Precisamos levar à frente, com excelência, essa história”

 Em sua gestão, Maximiliano pretende levar adiante o Projeto SGDC e outros pontos relevantes da Estatal, como a implantação do Cabo Submarino e a ampliação da Rede Terrestre. “A Telebras é uma empresa que tem uma trajetória de 45 anos e já entrou na fase madura. Precisamos levar à frente, com excelência, essa história. ‘Onde tem Brasil, tem Telebras!’Assim seguiremos com o curso desta caminhada”, diz o Presidente.

 
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