Sustentabilidade como um dos nortes da Telebras

24 de julho de 2018

Empresa foi uma das apoiadoras do Greenk 2018. Foram mais de 80 toneladas de e-lixo coletadas e 80.000 estudantes impactados no maior festival de sustentabilidade e tecnologia do país

A Telebras esteve presente, fornecendo internet de qualidade aos participantes do Greenk Tech Show, de 25 a 27 de maio, no Anhembi, em São Paulo. O balanço do evento voltado à mobilização da sociedade para uma conscientização sobre a importância do descarte correto e do recondicionamento de lixo eletrônico foi divulgado hoje, 24.

Os números positivos demonstram a conscientização dos quase 20 mil participantes. A preocupação com o meio ambiente vem ganhando atenção especial da Telebras. Segundo o presidente Jarbas Valente, “ações como a do Movimento Greenk merecem o incentivo da Telebras. Se cada um de nós conseguirmos dar o descarte adequado ao e-lixo, o futuro das próximas gerações pode ser mais promissor. Do contrário o e-lixo trará sérias complicações ao planeta. É neste sentido que abraçamos a ideia. Os números que recebemos nos demonstram que estamos no caminho certo”, diz Valente.

• A MAIOR MOBILIZAÇÃO E CAPTAÇÃO DE LIXO ELETRÔNICO EM UM EVENTO NO PAÍS: Mobilização que coletou até o momento 80 toneladas de e-lixo, sendo 79.9 tons nas atividades do Torneio Intercolegial Greenk pré evento, 4.4 tons durante o evento, e 1,2 tons nos pontos de coleta públicos, atividade em operação até a próxima edição do evento em São Paulo em 2019.

• ENVOLVIMENTO DAS ESCOLAS – TORNEIO INTERCOLEGIAL GREENK: gincana educacional ambiental promovida em 90 escolas públicas e privadas da região metropolitana de São Paulo, com atividades ambientais e de games que envolveram 80.000 alunos de ensino fundamental e médio.

• PRODUÇÃO DE CONTEÚDO – ARENAS GREENK: Produção de mais de 86 horas de palestras e apresentações sobre tecnologia, educação, inovação, cultura digital, games e entretenimento. Transmissão ininterrupta ao vivo pelo TechTudo, alcançando uma audiência estimada de 7.6 milhões de views com alcance de até 2.4 milhões de pessoas.

Tomam posse os integrantes do Comitê de Auditoria Estatutário da Telebras

20 de julho de 2018

Com o advento da Lei das Estatais (Lei nº 13.303/2016), as empresas têm a obrigação de criar um Comitê de Auditoria Estatutário – COAUD, como órgão auxiliar do Conselho de Administração.

A Telebras apresentou a composição do seu Comitê em Reunião de Diretoria. Os nomes foram aprovados pelo Conselho de Administração, em Reunião Ordinária. A seleção dos escolhidos foi feita a partir do recrutamento de profissionais do mercado que atendessem às exigências da nova Lei.

Entre as atribuições dos integrantes estão a função de supervisionar as atividades da auditoria interna, da área contábil e as atividades dos auditores independentes, conforme detalhado no Art. 12 do Regimento Interno do Comitê.

Com o COAUD, a Telebras passa a atender as normas da Lei das Estatais e a ampliar a melhoria do sistema de controle.

Também foi criado um canal de comunicação com a sociedade. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o endereço: coaud@telebras.com.br.

O Comitê já está em atividade e segue seu próprio Regimento Interno.

Conheça os integrantes do COAUD:

Membro Áreas de conhecimento
André Luís Amaral de Oliveira Contabilidade Societária e Telecomunicações

 

Miguel da Silva Neubern Júnior Auditoria e Telecomunicações
Lourivana Rodrigues de Lima Contabilidade Societária e Auditoria

Telebras conecta os primeiros acessos à internet pelo SGDC em escolas e posto de fronteira no município de Pacaraima/RR

18 de julho de 2018

Três escolas públicas no Setor Vila Nova, zona rural de Pacaraima, Roraima,  e um posto do 3º Pelotão Especial de Fronteira do Exército Brasileiro, que faz divisa com a Venezuela, foram conectados à internet pelo Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) nessa quarta-feira, 18, em solenidade conduzida pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e pelo presidente da Telebras, Jarbas Valente.

A solenidade ocorreu na Escola Pública Municipal Casimiro de Abreu. O primeiro acesso via internet se deu por meio de uma videoconferência entre o ministro Kassab e Jarbas Valente e o ministro da Defesa, Joaquim Luna e Silva, que se encontrava em Brasília.

Além da Casimiro de Abreu, a Escola Estadual Indígena Tuxaua Silvestre Messias e a Escola Pública Municipal Alcides da Conceição Lima passam a contar com acesso à internet de qualidade, com a velocidade de 10 Megabits por segundo, por meio do satélite brasileiro. Ao todo, cerca de 1.500 alunos passam a ser incluídos na grande rede mundial, ou seja, mais de 10% dos 12. 375 habitantes da cidade de Pacaraima.

O secretário municipal de Educação, Cultura e Desporto, Agamenon Santos Rodrigues, comemorou a chegada da internet de alta velocidade às escolas: “ganhamos 100 notebooks da Fundação Lemann para essas três escolas públicas e agora vamos poder usá-los integralmente. Passaremos a desenvolver projetos na área da educação e outras disciplinas com maior eficácia ampliando significativamente o universo de conhecimento desses alunos”.

Reativação

Só foi possível conectar esses quatro pontos à internet nessa quarta-feira em Pacaraima, devido à decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal na última segunda-feira, 16, derrubando a suspensão do contrato associativo estabelecido entre a Telebras e a operadora Viasat, determinado na liminar impetrada na Justiça Federal do Amazonas. Portanto, na realidade, esses quatro pontos foram reativados, já que haviam sido instalados em maio desse ano e tiveram que ser desligados, pouco depois, por força da referida liminar.

A conexão de todas as instituições de ensino estaduais e municipais do país, via SGDC, é parte de uma parceria firmada entre os Ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o da Educação (MEC), das quais 7 mil delas devem estar integradas à rede mundial de computadores até o fim deste ano.

Há ainda convênios firmados com o Ministério da Defesa para o monitoramento de 100% das fronteiras brasileiras, ampliando as ações de combate ao tráfico de armas e drogas; e com o Ministério da Saúde, para implantar internet em hospitais e postos de saúde, melhorando a gestão pública e a qualidade dos serviços prestados à população.

MCTIC retomará programa “Internet para Todos”

16 de julho de 2018

STF derrubou liminar que paralisava programa de banda larga em todo o território nacional

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia, suspendeu na noite desta segunda-feira (16) liminar que impedia o prosseguimento do programa “Internet para Todos”, desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Ministério da Defesa e a Telebras, empresa estatal vinculada ao MCTIC.

O programa estava paralisado por determinação da Justiça Federal da Seção Judiciária do Amazonas e mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1a Região.

O “Internet para Todos” emprega o SGDC (Satelite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas), para a distribuição do sinal de banda larga, e terá cobertura em todo o território nacional. Opera por meio de parceria de municípios com o MCTIC – e quase 5 mil cidades do país já haviam aderido ao programa, quando a Justiça de primeira instância determinou a interrupção.

“Aguardamos com serenidade a decisão do Judiciário, e destacamos o alcance e a magnitude deste programa. O Brasil demanda políticas públicas desta envergadura, e por isso muito importante a decisão da ministra Carmen Lúcia”, disse o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

No recurso ao STF, a Advocacia Geral da União apontou diferentes aspectos decorrentes da paralisação determinada pela Justiça de Manaus, como o prejuízo a uma das principais políticas públicas desenvolvidas hoje pelo Governo Federal – a oferta de Internet em banda larga -, além de projetos do Ministério como a oferta de conexão à Internet em unidades escolares e de saúde que serão possibilitadas pelo programa e o SGDC.

“Esse programa é fundamental para desenvolvimento regional, para inclusão social, e para alavancar o país. É transversal e vai permitir alavancar a educação, a saúde, e também aperfeiçoar por exemplo o agronegócio levando conexão a áreas remotas”, disse o ministro Gilberto Kassab.

Já o presidente da Telebras, Jarbas Valente, afirmou que a suspensão da liminar “é uma vitória de todos os brasileiros”.

“Demonstramos para a Justiça que a parceria para a exploração da Banda Ka do SGDC foi feita com lisura, base legal (Lei das Estatais, 13.303/2016) e reforçando a soberania nacional”, afirmou Valente.

O programa será implementado com a instalação de antenas em zonas que hoje não têm sinal de internet, com tarifas a baixo custo para a população dos municípios. Os serviços serão prestados pela Telebras em parceria com a operadora Viasat e empresas regionais de telecomunicações.

O presidente da Telebras ressaltou que a estatal e a Viasat estão prontas para iniciar a instalação dos 15 mil pontos de conexão do Programa Internet para Todos, que vai atender escolas, postos de saúde, pontos de fronteira, comunidades quilombolas e aldeias indígenas.

“A operação se dará por empresas 100% brasileiras vai permitir que a banda larga de alta qualidade e a preços baixos conecte todos os cantos do Brasil”, completou o presidente da Telebras.

A decisão liminar limitava ainda o processo eleitoral, já que a totalização de votos da região norte do país e de áreas remotas demanda o uso do Satélite e estava vedada pelo órgão.

Processo judicial impede inclusão de 4 mil escolas públicas à internet e déficit pode chegar a 15 mil áreas carentes

20 de junho de 2018

Composição da mesa da audiência (a partir da esquerda): Jarbas Valente, presidente da Telebras, deputado Pedro Fernandes (PTB/MA), brigadeiro André Luiz Fonseca e Silva, assessor do Ministério da Defesa e André Borges, secretário de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC

Durante audiência pública promovida na manhã desta quarta-feira, 20, na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, em Brasília, o presidente da Telebras, Jarbas Valente, informou que nos últimos três meses deixaram de ser ativados cerca de 4 mil pontos de acesso à internet de alta velocidade em escolas públicas em localidades remotas, sobretudo no Norte/Nordeste do Brasil, que fazem parte do Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac).

Jarbas Valente disse ainda que esse déficit pode chegar a 15 mil localidades envolvendo não só escolas, mas também unidades de saúde, postos de fronteira, comunidades indígenas e quilombolas. Isso reflete alto prejuízo à sociedade brasileira, além de a Telebras ter sido obrigada a desinstalar quatro pontos que já estavam funcionando em caráter experimental em escolas públicas e um posto de fronteira na cidade de Pacaraima, em Roraima.

Jarbas Valente, presidente da Telebras

Nesse período, ele destacou que o prejuízo acumulado pela Telebras com a liminar, que envolve a parceria estratégica com a Viasat, já chega a R$ 100 milhões em junho, e cresce, em média, R$ 800 mil por dia sem a possibilidade de operação da banda Ka do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC-1).

O autor do pedido da audiência pública, deputado Pedro Fernandes (PTB/MA), frisou o “tremendo esforço” da sociedade brasileira para a construção do SGDC-1. “Não é possível continuarmos com esse enorme prejuízo sem podermos levar comunicação aos mais carentes. Temos que resolver esse impasse”, completou.

Para o secretário de Telecomunicações do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), André Borges, “o SGDC-1 representa o maior investimento em infraestrutura de telecomunicações realizado pelo governo brasileiro e, de longe, é a mais significativa oportunidade de universalização e inclusão digital de forma imediata no Brasil”, já que permite que todas as localidades remotas do país tenham condições de se conectar à internet com qualidade, alta velocidade e baixo custo.

O presidente da Telebras esclareceu detalhadamente os distintos fundamentos jurídicos que basearam o chamamento público e a parceria entre a Telebras e a Viasat, por meio de um contrato associativo. Segundo ele, o processo do Chamamento Público nº 2/2017 levou oito meses e terminou vazio, ou seja, sem a oferta de propostas na sessão pública realizada dia 30 de outubro de 2017. O chamamento foi sustentado pelo Art. 28, §3º inciso I da Lei das Estatais; é um procedimento interno da Telebras que não segue regras de licitação e tampouco a Lei 8.666/1993.

Jarbas Valente, presidente da Telebras

Após o insucesso do chamamento público, a Telebras realizou um estudo que apontou a inviabilidade do processo competitivo, e tratou de seguir, como alternativa, a formulação de um contrato associativo, conforme estabelece o Art. 28, §3º, inciso II da Lei 13.303/2016.

Para isso, a Telebras desenvolveu um processo transparente para escolha da parceria. Manteve reuniões reservadas com diversas operadoras de satélite para recebimento de propostas, tendo por base as premissas estabelecidas pelo Conselho de Administração, dentre elas, o cumprimento do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) em todo o Brasil e a rentabilidade do projeto SGDC, aderente ao plano de negócio.

Após mais de três meses de intensas negociações, a Viasat foi escolhida para parceria. “Duas empresas disputaram no final, mas a que ganhou ofereceu proposta mais vantajosa à Telebras. É uma empresa global, que tem tecnologia de ponta e conta com 14 milhões de pontos Wifi Hotspot (internet de baixo custo) instalados no mundo. É entrante no mercado brasileiro. Atendeu a todas as premissas estabelecidas pelo Conselho de Administração e fez uma oferta que cobre o investimento feito com o satélite e ainda nos traz um retorno líquido nos próximos 15 anos”, salientou Jarbas Valente.

O brigadeiro do Ar André Luiz Fonseca e Silva, assessor Especial da Chefia de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, abriu sua apresentação na audiência pública explicando que o projeto SGDC nasceu para preencher lacunas, sob o ponto de vista estratégico, dos Ministérios da Defesa e (na época) das Comunicações. “Para preenchermos essas lacunas, concluímos o projeto com a definição de três satélites para serem ativados em espaços de cinco anos, além da nacionalização de transferência tecnológica, que está em consonância com a estratégia nacional de Defesa”, acrescentou.

Quanto à segurança nacional, o brigadeiro destacou que a comercialização pela Viasat de até 58% da banda Ka do SGDC-1 não põe em risco o controle do satélite ou a segurança dos dados que trafegam na banda X. “O Acordo de Compartilhamento de Capacidade Satelital celebrado entre a Telebras e Viasat não apresenta risco à Segurança Nacional”, frisou.

Para eliminar de vez com eventuais ruídos sobre o controle do SGDC-1, o brigadeiro Fonseca e Silva foi enfático: “a operação da banda X do satélite compete integral e exclusivamente ao Ministério da Defesa. A operação da banda civil (Ka) tem absoluto controle e condução pela Telebras. No Centro de Operações (ilustração abaixo), temos separações tanto lógicas quanto físicas, com operações protegidas por segurança, criptografia e chaves de acesso”, completou.

O deputado Pedro Fernandes (PTB/MA) encerrou a audiência pública salientando que saía dali “convencido de que se trata de um grande projeto”. E pontuou aos deputados presentes: “Temos aqui o nosso papel de cobrar do Judiciário em nossos pronunciamentos, com a ajuda da imprensa, um olhar sobre os prejuízos enormes que essa questão está causando à sociedade brasileira”.

Acompanhe abaixo os principais pontos apresentados pelo presidente da Telebras, Jarbas Valente, na audiência pública:

O que a Telebras ganha com a Parceria?

  1. Atende ao PNBL – com rapidez, escala e alta utilização do SGDC, baixando preços e reduzindo desigualdades sociais;
  2. Reduz Capex – não necessita investir nos equipamentos e sistemas, o que representa mais de R$ 500 milhões de desoneração de recursos públicos;
  3. Reduz e controla Opex – custos operacionais padronizados e sinergias na manutenção dos sites em todo o Brasil;
  4. Atende Clientes com Qualidade – dentro dos prazos estipulados, com agilidade e qualidade – consequente ganho de imagem;
  5. Mantém Soberania – operação e controle do satélite e da rede terrestre sempre serão da Telebras;
  6. Ganha Conhecimento – transferência de conhecimento e know-how, reduzindo riscos operacionais;
  7. Rentabiliza SGDC – viabilidade econômico-financeira garante sustentabilidade da Telebras.

Benefícios sociais almejados

  1. Efetividade do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL)
  • Atende 50 mil pontos de interesse público (escolas, unidades de saúde, postos de fronteira, comunidades indígenas…)
  • Leva internet de baixo custo (Wifi Hotspot) a mais de 40 mil localidades desconectadas (Internet para Todos)
  1. Geração de empregos
  • Estimados 3.000 novos postos de empregos diretos e indiretos em todo Brasil
  • Incremento de renda para mais de 40 mil comerciantes locais
  1. Entrada de um novo player (Viasat) no mercado
  • Aumento da qualidade dos serviços de acesso à internet banda larga
  • Redução dos preços praticados pelo mercado
  • Aumento da arrecadação de impostos em todo o Brasil
  1. Investimentos no Brasil
  • Mais de R$ 500 milhões a serem investidos nos próximos 5 anos
  • Criação de infraestrutura nacional de atendimento (logística, técnicos, etc.)

Motivação para escolha da Viasat

  1. Empresa com vasta experiência no ramo de comunicações via satélite, uma das maiores do mundo. Disposta a levar internet a todo o Brasil, nos mercados residencial, empresarial, aviação, agronegócio etc.;
  2. Expertise comprovada em projetos similares na Austrália (NBN Co), Europa (Eutelsat, ESA) e nos Estados Unidos.
  3. É uma entrante no mercado, que vai rapidamente preencher o satélite, atendendo ao mercado;
  4. Projeto WiFi Hotspot (Internet para Todos) para acesso à Internet a populações de baixa renda é totalmente aderente aos objetivos estratégicos e sociais da Telebras – benefícios ao Brasil;
  5. Já possuem mais de 50 mil VSATs (estações remotas) em estoque, prontas para serem enviadas ao Brasil para atendimento às demandas da Telebras. É a única empresa que atende ao cronograma;
  6. A plataforma Viasat SB2 é reconhecida mundialmente e utilizada, há mais de 10 anos, em redes de alta capacidade, como é exigido pelo SGDC. É a única empresa tecnicamente apta.
 
Página 1 de 512345