Telebras divulga Edital de Chamamento Público para selecionar empresas cessionárias da capacidade satelital em Banda Ka do SGDC

14 de julho de 2017

Nesta manhã (14), a Telebras tornou público o processo de seleção de empresas concessionárias, permissionárias ou autorizatárias de serviços de telecomunicações para se tornar cessionárias de capacidade satelital em Banda Ka do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas – SGDC.

A estatal divulgou que receberá, no dia 28 de agosto de 2017, às 10:00 horas, em sua sede, os envelopes contendo documentos referentes ao credenciamento e garantia da proposta, à habilitação e às propostas comerciais.

O edital de Chamamento Público foi precedido de Audiência Pública, realizada no dia 23 de fevereiro de 2017, e tem como finalidade dar publicidade e transparência ao processo de seleção. A seleção será feita pelo critério de maior Valor Total ofertado por Lote, de acordo com as regras definidas no edital e em seus anexos. Os documentos podem ser acessados no link abaixo:

Edital do Chamamento Público e seus anexos

Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

Telebras é pioneira em implementação de metodologia que otimiza prazos, custos e qualidade de grandes projetos

21 de junho de 2017

Empresa é precursora na implementação do sistema do início ao fim da obra. “É algo inovador e também desafiador, porque ninguém fez isso antes, dessa forma. Nossas obras estão servindo de estímulo para que o Governo procure implementar o BIM na construção de outras infraestruturas de missão crítica, como é o caso do projeto SGDC”, afirma João Luiz Ramalho, Assessor Técnico da Gerência de Tecnologia e Soluções Satelitais da Telebras

No Rio de Janeiro, as obras do COPE-S também estão em andamento. 1.200 pranchas de desenho detalham as instalações

O SGDC entrou em órbita em meados do mês passado e passa pela primeira bateria de testes. Aqui na terra, as construções dos dois Centros de Operações e das Estações Terrestres já começaram e trazem uma inovação na área de tecnologia no Brasil: são as primeiras instalações totalmente modeladas em Building Information Modeling (BIM). Com isso, a Telebras está empenhando o máximo de segurança física e logística que as operações do SGDC demandam. A tecnologia BIM foi adotada pela empresa, pioneira no Brasil através dos projetos dos COPE-P e S e das Gateways.

“O BIM serve para definir o escopo do projeto ao longo do tempo. Você sabe exatamente o que fazer, como e quando vai entregar”, explica João Luiz Ramalho, Assessor Técnico da Gerência de Tecnologia e Soluções Satelitais. Cada elemento do projeto possui uma biblioteca digital particular, com as especificações de origem, materiais, funcionamento, manutenção e todos os processos relacionados a ele. O cruzamento das informações permite antecipar problemas na hora da construção e na elaboração de uma modelagem 3D precisa.

“Na construção você insere uma quarta dimensão, que é o tempo, e divide o projeto em várias atividades de acordo com a prioridade”, acrescenta o Assessor. Ramalho explica que, quanto mais específico for o planejamento, mais preciso é o seu orçamento e a expectativa de conclusão. “O BIM ajuda na aquisição do projeto, que precisa ser licitado, na implementação da obra por parte da empresa contratada, e na fiscalização de forma muito mais eficiente”, enumera o Assessor. “Evita o retrabalho, o desperdício e ajuda a otimizar o tempo”, conclui Ramalho.

Gestão
O BIM não se limita ao planejamento e construção das obras. A metodologia se estende à gestão das instalações durante seu funcionamento. É a chamada sexta dimensão. “Se eu tenho um elevador que precisa ter uma manutenção a cada seis meses, por exemplo, eu recebo uma notificação quando estiver próximo da data”, esclarece Ramalho. Todas as informações são armazenadas e interligadas a outros processos das instalações.

Missão crítica
Missão crítica compreende a gestão de processos de tecnologia que exige um padrão muito específico de engenharia, bem como disponibilidade, confiabilidade e gestão de riscos, de forma que estrutura continue em funcionamento mesmo que componentes internos ou externos apresentem alguma falha. A tecnologia BIM veio para apoiar a missão crítica, criando digitalmente modelos virtuais e precisos de uma construção, minimizando os riscos de falhas e evitando o defeito, pressupostos da disponibilidade e confiabilidade necessários para o projeto SGDC.


O COPE-P em Brasília contará com 14 mil m² de área construída e painéis fotovoltaicos para captação de energia solar. O projeto tem 5 mil páginas de especificações técnicas


Prévia de como ficarão as instalações do COPE-P quando concluídas, de acordo com a modelagem pelo BIM

Janice Santos – Assessora de Comunicação Telebras

 

Telebras passa por momento histórico no volume de instalações

7 de junho de 2017

“Empresa está no caminho certo para alcançar a sustentabilidade de seus negócios”,
diz Presidente Antonio Loss

Sebastião Nascimento Neto, Gerente de Engenharia e Operação de Satélites; Renato Vilela Barbosa, Gerente de Tecnologia da Informação; Ailton Marques Fonseca, Gerente de Engenharia de Clientes; Rodrigo Botelho Machado, Gerente de Infraestrutura e Manutenção da Planta; Dr. Jarbas Valente, Diretor Técnico-Operacional; Dr. Antonio Loss, Presidente da Telebras; Henrique Primo, Gerente de Operação de Redes e Serviços, Bruno Henriques, Gerente de Tecnologia e Soluções Satelitais e Emerson Baumgarten, Gerente de Redes e Plataformas, durante a reunião semanal da Diretoria Técnico-Operacional-DTO com a Presidência, na última sexta-feira (02/06)
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Assembleia Geral Extraordinária aprova a incorporação da Telebras COPA S.A pela Telecomunicações Brasileiras S.A – Telebras

1 de junho de 2017

Na tarde desta quinta-feira (01/06) a Assembleia Geral Extraordinária, realizada na Sala Esmeralda da Telebras, aprovou a incorporação da sua subsidiária integral: Telebras COPA S.A, que foi criada com fim específico de prestar serviços de telecomunicações para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.

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A 36 mil quilômetros de altitude, Satélite Geoestacionário começa a ser testado

16 de maio de 2017

 

Começou, no último sábado (13), a calibragem dos sistemas do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas para a verificação do funcionamento das funções do equipamento. Os procedimentos são feitos a partir da órbita geoestacionária, a 36 mil quilômetros de altitude em relação à superfície terrestre, na posição 75º oeste.

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