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EFICIÊNCIA E PLANEJAMENTO

23 de janeiro de 2018

Obras pertencentes ao Projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação Estratégica – SGDC – encontram-se dentro do cronograma planejado

Os Centros de Operações Espaciais (COPEs) estão com as obras adiantadas. O modelo de gestão executado servirá de base para futuras auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas da União – TCU – em obras do poder público. A ferramenta BIM –Building Information Modeling, em português, Modelagem da Informação da Construção, influenciou no sucesso desse planejamento. O sistema permite prever os pontos críticos com o cruzamento de informações de arquitetura integrada à engenharia e à sustentabilidade, pois elimina desperdícios de material e retrabalhos.

A obra é gerida por uma equipe de oito engenheiros da Telebras e está sendo um desafio para todos os envolvidos, por seu alto grau de complexidade e criticidade.

COPE-P

O projeto arquitetônico do COPE-P foi concebido para lembrar o formato de um satélite e já conta com a antena principal posicionada em local definitivo. A estrutura contempla um banker para acomodação da área de data center com resistência contra choques balísticos, situações de ataque ou imprevistos da natureza.

Para o presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, é um desafio para a Companhia colocar em prática uma obra desta dimensão. “Tirar do papel é missão para quem acredita definitivamente em seus projetos. A Telebras tem essa ótica diante do SGDC e do projeto como um todo. A parte terrestre é fundamental e também complexa, em termos de segurança, estrutura e funcionalidade. Diante do cenário atual de recursos disponíveis, podemos dizer que a Companhia está sendo ousada e corajosa. É uma execução de duração centenária que ficará para o país, como uma obra de extrema importância para o Projeto SGDC e para a Telebras. O NOC, por exemplo, será transferido para o Cope P, e contará com uma estrutura quatro vezes maior que a atual”, diz Max.

A área do Centro Integrado de Gerência de Rede (CIGR), que controla todo o gerenciamento de rede da Telebras, que hoje conta com 24 posições, dobrará de tamanho no novo bloco operacional.

COPE-S

O Centro de Operações Espaciais Secundário, COPE-S, considerado o backup da operação terrestre do Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas, o SGDC, também está em fase adiantada de construção. A obra ocupa mais de sete mil metros quadrados da área da Marinha.

“É com expectativa que visualizamos a conclusão adiantada de mais este projeto. O sucesso no andamento das obras se deve muito ao controle rigoroso de prazos e gastos de nossos profissionais”, lembra Martinhão.

 Gateways

As Gateways são estações que fazem a interconexão entre o Satélite e os clientes. São estações do segmento solo do SGDC, assim como os Centros de Operações Espaciais (COPE’s), que ficam em Brasília e no Rio de Janeiro. Sem as Gateways se torna impossível o atendimento aos clientes, pois as estações são imprescindíveis para levar internet aos lugares de difícil acesso.

A previsão é de que as Gateways de Florianópolis, Salvador e Campo Grande sejam concluídas até março de 2018. Os COPEs de Brasília e Rio de Janeiro também exercerão essa função de interconexão, já em condições de operação pelas estruturas provisórias.

Estações CMS

As oito Estações CMS – Carrier Monitoring System- (em português: Sistema de Monitoramento de Tráfego) espalhadas por locais estratégicos do território nacional estão concluídas e com equipamentos instalados. Elas servem para realizar a telemetria do SGDC.

Visitas

Os assessores da presidência, Leonardo Zago, Marcus Fabricio Borghezani e Gregory Bunn visitaram as obras do COPE-P na última quinta-feira, 17 de janeiro. Foram recepcionados pelos engenheiros Rodrigo Machado e João Luiz Ramalho.

Na ocasião percorreram toda a obra e ficaram impressionados com a grandiosidade e grau de eficiência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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