Imprimir Imprimir

Ministério da Justiça terá Telebras como aliada na modernização do sistema penitenciário e no apoio ao combate integrado às organizações criminosas

15 de dezembro de 2017

“Melhoria dos serviços tecnológicos do Ministério da Justiça trará ganhos na execução das responsabilidades do Órgão Público. Sai beneficiada a sociedade, tão carente de proteção, que terá agilidade no processo de melhoria da segurança publica”, diz Max

A Telebras está concluindo 2017 com mais um importante projeto com o Governo Federal. O novo parceiro é o Ministério da Justiça.  De acordo com o presidente da Companhia, Maximiliano Martinhão, com a prestação dos serviços, a Telebras estará contribuindo com as ações do Ministério da Justiça através da modernização da comunicação do sistema penitenciário e no combate integrado às organizações criminosas.

As comunicações avançadas, disponibilizadas pela Telebras, permitem ao Ministério da Justiça uma evolução tecnológica nos sistemas de segurança das penitenciárias. Os serviços da Companhia vão permitir, ainda, a reabertura dos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCR), do Plano Nacional de Segurança Pública, divulgado em fevereiro desse ano.  A proposta dos Centros é buscar a integração, a coordenação e a cooperação entre governo federal, Estados e sociedade.

A Telebras vai fornecer ao MJ a rede de comunicação de dados, privativa, que permite o tráfego de dados, voz e imagem entre o MJ e as Penitenciárias Federais, além do ponto de presença em cada unidade da federação e acesso à internet.

Para as penitenciárias será utilizado o SGDC como uma rede backup de comunicação.

“O Ministério da Justiça pode contar com a Telebras para ser reconhecido pela sociedade como protagonista no alcance de níveis adequados na defesa da cidadania, na proteção dos direitos e na implantação de uma política integrada de segurança pública.  Para a Companhia, essas razões justificam a missão da Telebras, que é a de agregar e somar na vida dos brasileiros”, conclui o presidente.

Ações gerais do Plano Nacional de Segurança Pública

– Implantação de Núcleos de Inteligência Policial (NIPO) nos 26 Estados e no Distrito Federal, com participação conjunta dos setores de inteligência das Polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar, Ministério Público e do sistema penitenciário.

– Implantação e/ou interligação de sistemas de videomonitoramento nos Estados e municípios, nos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCRs), nos Centros de Operação estaduais ou nos COPOMs, com a participação de todas as agências de segurança e as principais administrativas.

– Compartilhamento de informações georreferenciadas das câmeras de Estados e Municípios.

– Padronização Nacional dos principais tópicos de Registros de
Ocorrências (PPe) e informatização de todos os dados, com
atualização constante dos locais com maior incidência criminal.

– Compartilhamento entre as forças de segurança, via Centros
Integrados de Comando e Controle (CICCs), de informações
obtidas pelo Disque-denúncia.

– Compartilhamento de dados de inteligência decorrentes de
operações conjuntas.

– Ampliação dos radares ALERTA BRASIL: mais 837 câmeras da PRF, chegando a 935.

– Integração do sistema Alerta Brasil com os sistemas estaduais de identificação de veículos.

 

Deixe um comentário!

*required

XHTML: Pode usar as tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>