Eleição dos novos membros do Conselho Fiscal da Telebras

22 de maio de 2017

Na última sexta-feira (19/05) foi realizada a Reunião Ordinária do Conselho Fiscal, quando tomaram posse os novos conselheiros eleitos pela Assembleia Geral Ordinária do dia 26 de março de 2017.

Marcelo Senna Valle Pioto, representante do Tesouro Nacional, assume como Presidente do Conselho Fiscal, após ter sido eleito por seus pares.

Na mesma oportunidade tomaram posse os representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC): Alfonso Orlandi Neto e Francklin Andrade Mattar Furtado.

Na representação dos acionistas ordinaristas, tomou posse o conselheiro Antônio Carlos da Silva Estevão e, na representação dos acionistas preferencialistas, o conselheiro Amir George Francis Matta.

Na sequência: Alfonso Orlandi Neto, Antônio Carlos da Silva Estevão, Marcelo Senna Valle Pioto e Antonio Loss, presidente da Telebras. Ao lado dele, Amir George Francis Matta e Francklin Andrade Mattar Furtado.

Telebras filia-se à Associação de Dados Espaciais

18 de maio de 2017

 

A Telebras acaba de afiliar-se à Associação de Dados Espaciais (Space Data Association – SDA).  Sediada na Ilha de Man, a SDA é uma organização sem fins lucrativos que reúne operadores de satélites que valorizam o compartilhamento de dados controlados, confiáveis e eficientes críticos para a segurança e integridade do ambiente espacial e do espectro de radiofrequência. Ela congrega as principais empresas de comunicações via satélite e seus membros executivos são os quatro maiores operadores de satélites comerciais do mundo:  Inmarsat, Intelsat, SES e Eutelsat.

Os membros da SDA recebem acesso seguro, confiável e imediato a informações, além de análises precisas que otimizam as operações. Isso é fundamental à mitigação de riscos operacionais, ao aumento da confiabilidade dos serviços à obtenção de uma avaliação mais precisa do ambiente espacial. Essa troca de informações é ainda mais indispensável quando se observa que a estratégia de colocação entre os satélites não será padrão. Ou seja, pode não ser totalmente determinística, o que demanda um planejamento de manobras que evite colisão entre satélites.

Com isso, a Telebras preserva o regime orbital envolvido, recebe avaliações de conjunções eficientes, oportunas e precisas, reduz alarmes falsos, minimiza tempo e recursos dedicados à conjunção da avaliação, bem como encontra fontes de interferência mais rapidamente. Além disso, torna-se apta ao ingresso de novos satélites na mesma posição ocupada pelo SGDC.

Acerca da importância da adesão da Telebras à SDA, o Gerente de Engenharia e Operação de Satélites, Sebastião do Nascimento Neto, ressalta: “Essa instituição tem credibilidade nas informações que disponibiliza. Para que possamos executar nossas manobras com êxito, devemos utilizar informações confiáveis de outros sistemas satelitais. Nesse contexto, essa entidade foi criada pelos próprios operadores dos satélites para poder manter um banco de dados com informações confiáveis, no qual qualquer operador possa, através do sistema que eles disponibilizam, obter informações e utilizar os recursos computacionais disponibilizados na execução de cálculos extremamente complexos. Isso nos ajuda a executar as manobras sem correr nenhum risco.”

Essa adesão é ainda mais relevante quando se oberva que, na posição orbital ocupada pelo Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), encontram-se os satélites Star One C3 (Embratel – Brasil) e o GOES13 (NOAA/NASA – EUA). Os dados do satélite Star One C3 não são públicos, enquanto as informações públicas disponíveis pelo sistema NOAA não têm o compromisso de serem mais recentes e precisos, o que afeta a qualidade do monitoramento de distância entre satélites e o planejamento de manobras que evitem colisões.

 

“É como colocar uma luz sobre o Brasil”, diz presidente da Telebras sobre satélite do governo federal

17 de maio de 2017

Um dos objetivos do lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações. Estratégicas é ampliar a distribuição de internet em alta velocidade a regiões remotas do país.

Fonte: Guilherme Justino – Zero Hora/RS

Continue Lendo →

A 36 mil quilômetros de altitude, Satélite Geoestacionário começa a ser testado

16 de maio de 2017

 

Começou, no último sábado (13), a calibragem dos sistemas do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas para a verificação do funcionamento das funções do equipamento. Os procedimentos são feitos a partir da órbita geoestacionária, a 36 mil quilômetros de altitude em relação à superfície terrestre, na posição 75º oeste.

Continue Lendo →

SGDC alcança sua órbita geoestacionária, a 36 mil km da Terra

15 de maio de 2017

Depois de oito dias de viagem ao redor da Terra, o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, lançado no dia 04/05, do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, alcançou, na última quinta-feira (11/05), os 36 mil km, chegando, assim, a sua órbita geoestacionária.

Continue Lendo →

 
Página 1 de 212